terça-feira, 30 de dezembro de 2014

MEGA SENA DA VIRADA




Mega da Virada deve pagar R$ 240 milhões; veja dezena mais sorteada da história



Por iG São Paulo |

 
          

 

Apostas podem ser feitas até as 14h em qualquer uma das mais de 12 mil casas lotéricas do País; em cinco anos, concurso anual da Caixa entregou quase R$ 1 bi em prêmios principais



A chance de ficar milionário chegou. Nesta quarta-feira (31), a Caixa Econômica Federal realiza pela sexta vez em sua história o sorteio da Mega da Virada, que chega à maior estimativa de prêmio desde seu lançamento, em 2009: R$ 240 milhões. No total, a loteria anual já entregou quase R$ 1 bilhão em prêmios principais – exatos R$ 986,1 milhões –, além de outros tantos milhões em premiações secundárias.

Como as apostas são unicamente voltadas para o sorteio, diferente do que ocorre na Mega-Sena tradicional, o prêmio não acumula. Assim, se nenhum apostador acertar as seis dezenas sorteadas, a premiação principal será distribuída entre os que acertarem cinco dezenas. Se o mesmo ocorrer na Quina, ela vai para os sortudos que acertarem a Quadra (quatro dezenas).
Agora, se o sorteio apontar apenas um único vencedor nesta quarta-feira, uma coisa é certa: a aposentadoria dele e das próximas gerações de sua família estará mais do que garantida. Além dos montes de carros esportivos, casas de luxo e viagens ao exterior que poderá adquirir, caso aplique a bolada em sua totalidade em uma caderneta de poupança da Caixa conseguirá rendimentos de aproximadamente R$ 1,2 milhão. Por mês!



A dezena da Mega da Virada

Apesar de serem 60 as dezenas disponíveis para o sorteio – e apenas cinco concursos realizados desde a primeira Mega da Virada, em 2009 –, coincidentemente existem algumas que saíram mais de uma vez. De fato, o 36, o pé-quente dos pé-quentes da loteria, já foi sorteado em três ocasiões. Todas consecutivas.


Desde a Mega da Virada de 2011 não houve nenhum concurso em que o 36 não tenha aparecido. Desta forma, ele foi uma das armas usadas pelas 12 apostas que dividiram o total de R$ 646,9 milhões sorteados no prêmio principal dos últimos três concursos da loteria – 2011, 2012 e 2013.


Leia mais:
Confira quais são as dez dezenas mais sorteadas da história da Mega-Sena



Veja quais são as dez dezenas mais sorteadas da história da Mega-Sena:
 
O campeão da Mega-Sena: o número 5 foi sorteado 196 vezes desde o início da loteria, em 1996  . Foto: Divulgação
O número 4 é o vice-colocado entre as dezenas mais sorteadas: já saiu 192 vezes. Foto: Divulgação
O 51 já saiu 187 vezes entre 1996 e o dia 13 de dezembro de 2014, data do levantamento do iG. Foto: Divulgação
O 54 também saiu 187 vezes entre 1996 e o dia 13 de dezembro de 2014, data do levantamento do iG. Foto: Divulgação
O 53 saiu em 186 sorteios da loteria. Foto: Divulgação
Já o 33, em 184 ocasiões. Foto: Divulgação
O sétimo colocado, 42, saiu 184 vezes. Foto: Divulgação
O 24 saiu em 182 sorteios. Foto: Divulgação
O 17 foi sorteado 181 vezes. Foto: Divulgação
O 49 saiu em 179 sorteios – 42 vezes a mais do que os lanternas da Mega-Sena, 22 e 26. Foto: Divulgação
O campeão da Mega-Sena: o número 5 foi sorteado 196 vezes desde o início da loteria, em 1996 . Foto: Divulgação
 
 
 

Dezoito sortudos em cinco anos
 

No total, 18 apostas dividiram até hoje os prêmios da Mega da Virada. Em 2009, foram duas dividindo a premiação de R$ 80 milhões, uma de Brasília (DF) e outra de Santa Rita do Passa Quatro (SP); em 2010, os R$ 194,3 milhões acabaram nas mãos de sortudos de Cariacica (ES), Belo Horizonte (MG), Fazenda Rio Grande (PR) e Pinhais (PR).
 
Em 2011, foram divididos R$ 177,6 milhões entre apostas de Belém (PA), Brasília (DF) Carmo do Cajuru (MG) Mauá (SP) e Russas (CE); em 2012, os R$ 244,7 milhões saíram para Aparecida de Goiânia (GO), Franca (SP) e São Paulo (SP); e em 2013, os R$ 224,6 Milhões acabaram nas mãos de apostas de Maceió (AL), Teofilândia (BA), Curitiba (PA) e Palotina (PA).

Assim, São Paulo lidera a lista de Estados com mais apostas ganhadoras (4); seguido por Pará (3); Paraná, Distrito Federal e Minas Gerais (2); e Bahia, Alagoas, Goiânia e Ceará (1).

A Mega da Virada é de longe a loteria brasileira que mais arrecada dinheiro em apostas: nos cinco concursos realizados foram exatos R$ 2,855 bilhões.

domingo, 28 de dezembro de 2014

PERSONAL TRAINER DO DINHEIRO




Personal trainer do dinheiro ajuda endividado a virar investidor


Por Marília Almeida - iG São Paulo 
 
     

Planejador financeiro pode ajudar na gestão do orçamento doméstico e a criar uma carteira de aplicações.

Há desde aconselhamento gratuito até consultas por R$ 1,2 mil

Thinkstock/Getty Images
Serviço consiste em tirar cliente da zona de conforto e ensinar mudanças de hábitos até que a família consiga manter o equilíbrio do orçamento doméstico


Um executivo com salário mensal de R$ 20 mil buscou o auxílio de um consultor financeiro porque não conseguia incluir no orçamento familiar uma viagem ao exterior com a mulher.
 
Analisando as contas do casal, Mauro Calil identificou gastos desnecessários, como um pacote de TV por assinatura que não era utilizado. "Não importa quanto você ganha, mas como gasta o dinheiro", diz.

Entre as principais funções de um planejador financeiro está a de colocar o orçamento doméstico do cliente em ordem e fazer com que obtenha mais rendimentos com aplicações.

 
Você sabe qual é a diferença entre gasto e investimento?

Veja abaixo:
 
IMÓVEIS: é considerado investimento, mas pode gerar grandes despesas se a compra não for planejada. Foto: Thinkstock/Getty Images

IMÓVEIS:
é considerado investimento,
mas pode gerar grandes despesas se a compra não for planejada.

 
CARRO: agrega qualidade de vida, mas só é investimento se usado como ferramenta de trabalho. Foto: Thinkstock/Getty Images


 CARRO: agrega qualidade de vida,
mas só é investimento se usado como ferramenta de trabalho


 
LAZER: dinheiro usado em atividades no tempo livre é mais bem gasto se associado a momentos de prazer. Foto: Thinkstock/Getty Images



 LAZER: dinheiro usado em atividades no tempo livre
é mais bem gasto se associado a momentos de prazer


 
CURSOS: quando agregam valor a sua profissão ou ajudam a dar um salto na carreira, são ótimos investimentos. Foto: Thinkstock/Getty Images


 CURSOS: quando agregam valor a sua profissão
ou ajudam a dar um salto na carreira, são ótimos investimentos

 
JOIAS: não devem ser adquiridas para ganhar dinheiro com elas, já que perdem valor no momento em que saem da loja. Foto: Thinkstock/Getty Images



 JOIAS: não devem ser adquiridas para ganhar dinheiro com elas,
 já que perdem valor no momento em que saem da loja

 
ROUPAS: se utilizadas para fazer marketing pessoal no trabalho ou para uma entrevista de emprego, são investimento. Foto: Thinkstock/Getty Images


 ROUPAS: se utilizadas para fazer marketing pessoal
 no trabalho ou para uma entrevista de emprego, são investimento.



 
OBRAS DE ARTE: só são investimento entre profissionais especializados e conhecedores de arte. Foto: Thinkstock/Getty Images


 
OBRAS DE ARTE: só são investimento entre profissionais
 especializados e conhecedores de arte


 
VIAGEM: quando agrega experiência de vida e bagagem cultural, pode ser considerada um ótimo investimento. Foto: Thinkstock/Getty Images


VIAGEM: quando agrega experiência de vida
 e bagagem cultural, pode ser considerada um ótimo investimento.




 
O profissional também pode dar conselhos sobre casos específicos, como auxiliar na compra da casa própria, buscar o melhor financiamento para a aquisição do carro ou apontar um caminho para renegociar dívidas.
 
 

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

TESOURO DIRETO VAI MUDAR



O Tesouro Direto Vai Mudar (Para Melhor)

O Tesouro Direto Vai Mudar (Para Melhor)

Após concluir que os investidores encontravam dificuldade para entender a diferença entre os títulos públicos disponíveis no mercado, o Tesouro Nacional resolveu mudar.

Finalmente o Tesouro Direto vai dar fim à “sopa de letrinhas” que atualmente dá nome aos títulos públicos (LTN, LFT, NTN-B…) e vai adotar nomes relacionados ao tipo da aplicação, tornando-se assim autoexplicativos.


Conheça agora os novos nomes dos títulos públicos, que valerão a partir de 1º de fevereiro de 2015.

 

 

Tesouro Prefixado

Atualmente chamado de LTN (Letra do Tesouro Nacional), o Tesouro Prefixado é um título prefixado (como o próprio nome já deixa claro), o que significa que possui rentabilidade definida no momento da compra.
Esse título possui fluxo de pagamento simples, ou seja, o investidor faz a aplicação e recebe o valor de face (valor investido somado à rentabilidade), na data de vencimento do título.
Por se tratar de título prefixado, o investidor sabe exatamente o retorno do título se carregá-lo até a data de vencimento.
Em outras palavras, se permanecer com o título até o momento do resgate, sem vendê-lo antecipadamente.
Outra novidade é que o ano de vencimento do título também fará parte do seu nome.
Apenas como exemplo, a LTN 010118 (que vence em 01/01/2018) passará a se chamar Tesouro Prefixado 2018.


Tesouro Prefixado com Juros Semestrais

Atualmente chamado de NTN-F (Nota do Tesouro Nacional – Série F), o Tesouro Prefixado com Juros Semestrais é um título prefixado, assim como o Tesouro Prefixado.
Isso significa que o investidor sabe exatamente o retorno do título se carregá-lo até a data de vencimento.
Ou seja, caso você compre este título e não o venda até o vencimento, sua rentabilidade será exatamente a taxa contratada no momento da compra.
Entretanto, no caso do Tesouro Prefixado com Juros Semestrais, o investidor recebe um fluxo de cupons semestrais de juros, o que pode possibilitar aumento de liquidez e reinvestimentos.
Como no Tesouro Prefixado, o ano de vencimento do título também fará parte do seu nome.
A NTN-F 010125 (que vence em 01/01/2025), por exemplo, passará a se chamar Tesouro Prefixado com Juros Semestrais 2025.


Tesouro Selic

Atualmente chamado de LFT (Letra Financeira do Tesouro), o Tesouro Selic é um título pós-fixado cuja rentabilidade segue a variação da taxa Selic, a taxa de juros básica da economia.
Sua remuneração é dada pela variação da taxa Selic diária registrada entre a data de liquidação da compra e a data de vencimento do título, acrescida, se houver, de ágio ou deságio no momento da compra.
O Tesouro Selic é indicado para o investidor que deseja uma rentabilidade pós-fixada indexada à taxa de juros da economia.
Além disso, o valor de mercado do Tesouro Selic apresenta baixa volatilidade, evitando perdas no caso de venda antecipada. Mas também por isso sua rentabilidade tende a ser mais baixa que a dos demais títulos.
O Tesouro Selic possui fluxo de pagamento simples, ou seja, o investidor faz a aplicação e recebe o valor de face (valor investido somado à rentabilidade) na data de vencimento do título.
Como nos demais títulos, o ano de vencimento do título também fará parte do seu nome.
A LFT 070317 (que vence em 07/03/2017) passará a se chamar Tesouro Selic 2017.


Tesouro IPCA com Juros Semestrais

Atualmente chamado de NTN-B (Nota do Tesouro Nacional – Série B), o Tesouro IPCA com Juros Semestrais permite ao investidor obter rentabilidade em termos reais, mantendo seu poder de compra ao longo do tempo, se protegendo de flutuações do IPCA.
Além disso, o investidor recebe um fluxo de cupons semestrais de juros, o que aumenta a liquidez possibilitando reinvestimentos.
Como nos demais títulos, o ano de vencimento do título também fará parte do seu nome.
A NTN-B 150850 (que vence em 15/08/2050) passará a se chamar Tesouro IPCA com Juros Semestrais 2050.


Tesouro IPCA

Atualmente chamado de NTN-B Principal, o Tesouro IPCA é um título semelhante ao Tesouro IPCA com Juros Semestrais.
Em outras palavras, permite ao investidor obter rentabilidade em termos reais, mantendo seu poder de compra ao longo do tempo, se protegendo de flutuações do IPCA, porém não oferece cupons semestrais de juros ao investidor.
Como nos demais títulos, o ano de vencimento do título também fará parte do seu nome.
A NTN-B Principal 150535 (que vence em 15/05/2035) passará a se chamar Tesouro IPCA 2035.


Conclusão

Na minha opinião, o Tesouro Direto acertou em cheio com essa mudança.
A nomenclatura dos títulos públicos é um dos principais entraves no entendimento das diferenças entre os tipos de aplicação, causando muita confusão para investidores iniciantes.
Tudo que venha a popularizar ainda mais o Tesouro Direto é muito importante, pois se trata de uma das melhores aplicações financeiras de renda fixa para pequenos investidores.
Por essa razão, se você ainda não investe no Tesouro Direto, recomendo que comece a investir o quanto antes.


Até a próxima!


23/12/2014 por Rafael Seabra 

ONDE O REAL VALE MAIS ??




Conheça 16 países onde seu dinheiro vale mais


Por Taís Laporta - iG São Paulo
 
 
           

Moeda brasileira vale mais que no Japão, Noruega e Dinamarca



Passadas duas décadas, o real perdeu seu poder de compra perante o dólar. A paridade de 1 para 1 deixou de valer em 1999, por determinação do Banco Central. Desde então, o real tem oscilado entre R$ 2 e R$ 3.

Mesmo assim, pelo menos 16 moedas estrangeiras valem menos que o real, de acordo com um levantamento da Confidence Câmbio feito com exclusividade para o iG. Países como Colômbia, Coreia do Sul e Chile têm suas moedas mais desvalorizadas que no Brasil.
 
 
 
Veja os 16 países onde o real tem valor superior:
 
 
1º. Colômbia: R$ 1 pode comprar aproximadamente 1 mil pesos colombianos. Foto: Getty Images
2º. Coreia do Sul: 1  won coreano é capaz de comprar somente R$ 0,002 . Foto: Getty Images
3º. Chile: R$ 1 compram cerca de 250 pesos chilenos. Foto: Divulgação
4º. Japão: uma unidade da moeda brasileira equivale a 50 ienes. Foto: Getty Images
5º. Uruguai: 1 peso uruguaio tem o poder de comprar apenas R$ 0,09. Foto: Divulagação/Conrad Resort & Casino
6º. México: dá para trocar em torno de 5,88 pesos mexicanos com a unidade da moeda brasileira. Foto: Getty Images
7º. África do Sul: 3,70 pesos argentinos equivalem a R$ 1. Foto: Dubes Sônego
8º. Argentina: cerca de 3,70 pesos argentinos equivalem a R$ 1. Foto: Getty Images
9º. Hong Kong: R$ 1 corresponde a aproximadamente 3,57 dólares de Hong Kong. Foto: Divulgação
10º. Suécia: com R$ 1 você consegue comprar cerca de 3,03 coroas suecas. Foto: Getty Images
11º. Venezuela: você pode adquirir 2,85 bolívares fortes da Venezuela a cada R$ 1. Foto: AFP
12º. China: 1 iuan pode comprar apenas cerca de R$ 0,35. Foto: Getty Images
13º. Noruega: com a unidade da moeda do Brasil dá para comprar 2,70 da coroa norueguesa. Foto: ©Andy Keen/www.aurorahunters.com
14º. Dinamarca: com R$ 1, é possível adquirir em torno de 2,50 em coroas dinamarquesas. Foto: Getty Images
15º. Israel: a moeda israelense shekel corresponde a 1,56 para cada R$ 1. Foto: Getty Images
16º. Peru: com R$ 1, dá para adquirir 1,26 do novo sol peruano. Foto: Divulgação/UNESCO

 
 
1º. Colômbia: R$ 1 pode comprar aproximadamente 1 mil pesos colombianos. Foto: Getty Images
2º. Coreia do Sul: 1 won coreano é capaz de comprar somente R$ 0,002
 
3º. Chile: R$ 1 compram cerca de 250 pesos chilenos.
 
4º. Japão: uma unidade da moeda brasileira equivale a 50 ienes
 
5º. Uruguai: 1 peso uruguaio tem o poder de comprar apenas R$ 0,09.
 
6º. México: dá para trocar em torno de 5,88 pesos mexicanos com a unidade da moeda brasileira
 
7º. África do Sul: 3,70 pesos argentinos equivalem a R$ 1.
 
8º. Argentina: cerca de 3,70 pesos argentinos equivalem a R$ 1.
 
9º. Hong Kong: R$ 1 corresponde a aproximadamente 3,57 dólares de Hong Kong
 
10º. Suécia: com R$ 1 você consegue comprar cerca de 3,03 coroas suecas.
 
11º. Venezuela: você pode adquirir 2,85 bolívares fortes da Venezuela a cada R$ 1
 
12º. China: 1 iuan pode comprar apenas cerca de R$ 0,35.
 
13º. Noruega: com a unidade da moeda do Brasil dá para comprar 2,70 da coroa norueguesa.

14º. Dinamarca: com R$ 1, é possível adquirir em torno de 2,50 em coroas dinamarquesas.

15º. Israel: a moeda israelense shekel corresponde a 1,56 para cada R$ 1.

16º. Peru: com R$ 1, dá para adquirir 1,26 do novo sol peruano

 
Com apenas R$ 1, é possível comprar cerca de 1 mil pesos colombianos, 500 wons sul-coreanos e 50 ienes do Japão. No Uruguai, cada unidade da moeda brasileira pode ser trocada por 11 pesos e, no México, 5,88.
 
Leia mais: Rasgou o dinheiro? Veja soluções para salvar cédulas danificadas


Na África do Sul, é preciso somente R$ 0,20 para adquirir 1 rand, moeda do país. A unidade do dólar de Hong Kong custa em torno de R$ 0,28. Também as nações ricas da Escandinávia têm o câmbio mais desvalorizado que o brasileiro.

Cerca de 3 coroas suecas são adquiridas por R$ 1, enquanto 1 coroa norueguesa equivale a R$ 0,37, e uma coroa dinamarquesa corresponde a R$ 0,40.



Câmbio não determina poder de compra de um país


O fato de o real ser mais forte que algumas moedas não significa, contudo, que é mais barato fazer compras nestes países ou que o padrão de vida por aqui é melhor.

Para medir a paridade do poder de compra (PPC) entre dois países, é preciso levar em conta não apenas a taxa de câmbio. Calcula-se também o PIB (Produto Interno Bruto) per capita, as diferenças de renda das populações e o custo de vida de cada região.













Na lista do FMI (Fundo Monetário Internacional) de nações com o maior poder de compra no mundo, considerando o PIB per capita, o Brasil aparece no 79º lugar, atrás de seus pares latinos México, Uruguai, Chile e Argentina.
 
Países como Israel, Japão, Suécia e Hong Kong, todos com o câmbio abaixo do real, aparecem entre os primeiros do ranking, ou seja, sua capacidade de aquisição é bem superior que a do Brasil.
Já Colômbia, Peru, República Dominicana e África do Sul possuem poder de compra menor que no Brasil, significando que nestas nações o real vale mais, além do câmbio valorizado.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

PETROBRAS: ESCANDALO CONTINUA



 
 
Em entrevista, Venina diz que não vai parar com denúncias e faz apelo para que outros funcionários contem o que sabem sobre a corrupção na Petrobras
 


Foto: Reprodução/TV Globo
 
 
 

Venina diz que discutiu denúncias com Graça Foster

 
 
 
 
 
 


sábado, 20 de dezembro de 2014

AZARÃO DA MEGA-SENA



Azarão: saiba qual é a única dezena que não foi sorteada na Mega-Sena em 2014

Por iG São Paulo |



 
 
 

Acredite ou não, existe um número que, apesar de seu bom histórico, não saiu em nenhum dos 1.661 concursos do ano



A Mega da Virada se aproxima e, como é sabido, o segredo para se ganhar é a sorte. Prova disso é a proximidade de vezes com que cada dezena é periodicamente sorteada na loteria.

No entanto, acredite ou não, existe um número que se tornou o azarão do ano por não ter saído em nenhum dos mais de cem concursos realizados ao longo de 2014.




Saiba quais são as dezenas mais sorteadas da história da Mega-Sena:


5 => O campeão da Mega-Sena: o número 5 foi sorteado 196 vezes desde o início da loteria, em 1996 



4 => O número 4 é o vice-colocado entre as dezenas mais sorteadas: já saiu 192 vezes.



51 => O 51 já saiu 187 vezes entre 1996 e o dia 13 de dezembro de 2014, data do levantamento do iG. Foto: Divulgação


54 => O 54 também saiu 187 vezes entre 1996 e o dia 13 de dezembro de 2014, data do levantamento do iG.



53 => O 53 saiu em 186 sorteios da loteria.


33 => Já o 33, em 184 ocasiões.


42 => O sétimo colocado, 42, saiu 184 vezes.


24 => O 24 saiu em 182 sorteios.


17 => O 17 foi sorteado 181 vezes.


49 => O 49 saiu em 179 sorteios – 42 vezes a mais do que os lanternas da Mega-Sena, 22 e 26.




O AZARÃO


E qual é ele?
 
O 28, que conseguiu quebrar todas as estatísticas dos sorteios e passou os últimos doze meses deixando frustrados aqueles que têm o número como parte de suas superstições de jogo.
 
A coincidência é meramente pontual.

Levantamento da Caixa Econômica Federal feito a pedido do iG mostra que, historicamente, o 28 é na verdade uma das dezenas mais sorteadas na Mega-Sena.

De todas as 60 dezenas da loteria, ele ocupa a 16ª colocação entre as mais sorteadas da história, num total de 176 vezes – apenas 20 a menos do que o líder dos sorteios, o 5.

Em 2014, a dezena que mais saiu foi o 38 (17 vezes), enquanto 2, 13, 18, 21, 32, 35, 54, 56 e 58 ocuparam a penúltima colocação, aparecendo em 10 concursos.

Agora, em relação aos 18 anos de existência da Mega-Sena, a realidade é outra: os lanternas são o 22 e o 26, que apareceram "apenas" 137 vezes nos 1.662 concursos da loteria, até o último dia 17 de dezembro. Uma diferença de 59 vezes em relação ao líder de aparições.


 

NOVO CONCURSO BANCO DO BRASIL




Banco do Brasil abre 2.499 vagas

 
 

Salário será de R$ 2.227,26 para o cargo de escriturário. Seleção é mais uma das oportunidades desta semana




Alessandra Horto 
 
 
                                                      
Rio -  A semana recheada de editais para concursos públicos com opções para diversos perfis de candidatos teve nesta sexta-feira o lançamento de mais uma seleção.
 
É para o Banco do Brasil, com oferta de 2.499 vagas em cadastro de reserva para o cargo de escriturário. O salário é de R$ 2.227,26, com jornada de trabalho de 30 horas semanais.                       

As chances são para os estados do:
- Amapá,
- Amazonas,
- Ceará,
- Maranhão,
- Mato Grosso,
- Paraíba,
- Paraná,
- Pernambuco,
- Piauí,
- Rio Grande do Norte,
- Rondônia,
- Roraima,
- Santa Catarina e
- Sergipe. 



Já a Aeronáutica também abriu novo concurso para o Curso de Formação de Sargentos da Aeronáutica (CFS-B), com 36 vagas para a especialidade de Controle de Tráfego Aéreo. Para este certame, o candidato não pode ter menos de 17 anos e nem completar 25 anos de idade até 31 de dezembro de 2015. Após a conclusão do curso, o aluno será nomeado terceiro-sargento e receberá um salário inicial bruto de R$ 3.267.                       
No início da semana, a Petrobras Distribuidora abriu concurso para 2.655 vagas destinadas a candidatos com níveis Médio ou Técnico e Superior. Os salários podem chegar a R$ 8.866,74. No Estado do Rio, a Secretaria de Educação convocou seleção para 1.697 oportunidades. São 982 vagas para professores com carga de 16 horas semanais, com vencimentos iniciais de R$ 1.178,29. E 715 para 30 horas semanais, com remuneração de R$2.211,25. Os servidores contarão com os benefícios de auxílio-transporte, entre R$ 66 e R$ 132 de acordo com a carga horária, entre outros.
 
 
 
PRAZOS DE INSCRIÇÃO 
                     
BANCO DO BRASIL
Os aprovados terão:
 
- participação nos lucros ou resultados,
- ajuda alimentação no valor de R$ 572,
- vale-refeição de R$431,16,
- vale-transporte,
- vale-cultura de R$ 50,
- auxílio-creche,
- auxílio a filho com deficiência e
- previdência privada.
 
 
As inscrições devem ser feitas a partir de segunda-feira até 19 de janeiro de 2015 pelo site www.cesgranrio.org.br.
 
A taxa para participar é de R$ 40.
 
 

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

EUA & CUBA JUNTOS: O RESULTADO PARA O BRASIL



O que o Brasil ganha com a reaproximação Cuba-EUA?


Por BBC - Luis Guilherme Barrucho e Ruth Costas |

 

Especialistas veem ganho político mas divergem quanto a benefícios econômicos - sobretudo quanto ao principal investimento privado na ilha, o porto de Mariel, financiado pelo BNDES


BBC

 A reaproximação entre Cuba e Estados Unidos representa um ganho diplomático para o governo brasileiro, na opinião de analistas ouvidos pela BBC Brasil, mas seus frutos econômicos gozam de menos consenso.

LEIA TAMBÉM:
Veja os detalhes do plano de reaproximação entre EUA e Cuba
Estudiosos em comércio e relações internacionais afirmam que o início do diálogo entre os dois inimigos históricos é uma "vitória política" para Brasília, que sempre pressionou por uma reaproximação.
Agência Brasil
Dilma Rousseff e Raúl Castro na inauguração das obras do porto de Mariel, em Cuba
Por outro lado, os analistas divergem sobre como um eventual, porém ainda distante, fim do embargo à ilha comunista (que só pode ser decretado pelo Congresso americano) poderia beneficiar o governo brasileiro, fiador do maior investimento privado já feito naquele país – o porto de Mariel.
 
Para Geraldo Zahran, professor da PUC-SP e autor de Tradição Liberal e Política Externa nos Estados Unidos, o governo brasileiro sempre militou por uma distensão das relações entre Washington e Havana e deve apresentar a retomada de relações como uma vitória política.

"Em certa medida esses avanços também ajudam a criar condições para uma reaproximação do Brasil com os EUA", afirma Zahran, lembrando que o vice-presidente Joe Biden deve fazer uma visita ao Brasil na semana que vem.

Na avaliação de Rubens Barbosa, embaixador do Brasil em Washington entre 1999 e 2004, o reestabelecimento das relações diplomáticas entre os dois países foi um "ganho político para todos".

"Havia uma ansiedade política para que Cuba voltasse a integrar a comunidade latino-americana. Tanto é que vários países, incluindo o Brasil, já vinham pressionando para que a ilha participasse da próxima Cúpula das Américas em maio no Panamá, a despeito, até então, da oposição da Casa Branca", diz Barbosa.

Oliver Stuenkel, professor-adjunto de Relações Internacionais da FGV-SP, observa que "o embargo marcou de maneira profunda não só a relação bilateral entre os dois países, como influenciou as tentativas de se estabelecer alianças regionais no continente".

"O reestabelecimento das relações diplomáticas entre Cuba e Estados Unidos é uma mudança histórica e de grande importância para as dinâmicas políticas nas Américas."

Já Christopher Garman, diretor de Mercados Emergentes e América Latina do Eurasia Group, é cético sobre o impacto da distensão com Cuba nas relações dos Estados Unidos com o resto da América Latina. "Acho que esse tema sempre foi superdimensionado", diz.



Aposta estratégica

Se os ganhos políticos, para o Brasil, da reaproximação entre Estados Unidos e Cuba são evidentes, os frutos econômicos ainda continuam sendo uma espécie de aposta, indicaram os analistas.

Nos últimos anos, Brasil e Cuba estreitaram laços fortalecidos por uma natural sintonia ideológica entre os governos. Como resultado, o intercâmbio comercial entre os dois países cresceu quase sete vezes, passando de US$ 92 milhões em 2003 para US$ 625 milhões em 2013. Atualmente, o Brasil é o terceiro maior parceiro comercial de Cuba, após a China e a Venezuela.

O ápice das relações entre os dois países veio com a construção do porto de Mariel, obra tocada em grande parte pela brasileira Odebrecht a um custo de US$ 975 bilhões e financiada com dinheiro do BNDES.

O terminal ocupa uma área de 400 quilômetros quadrados que abriga a "zona de desenvolvimento especial" de Cuba, uma zona franca e industrial para a qual o governo pretende atrair indústrias estrangeiras por meio de incentivos.

Ali vigora um sistema diferente do resto da ilha, onde empresas têm poucas restrições para contratar, contam com isenção de impostos e não são obrigadas a se associar a companhias estatais.

Por causa da origem dos recursos de financiamento, o terminal portuário foi alvo de críticas de opositores da presidente Dilma Rousseff, que criticaram a realização da obra em Cuba, segundo eles, motivada pelo alinhamento ideológico entre os dois países.

O governo argumenta que o investimento gerou emprego e renda no Brasil, beneficiando mais de 400 empresas fornecedoras de equipamentos.

Inaugurado em janeiro deste ano, o porto de Mariel é operado por uma empresa de Cingapura. A Odebrecht agora "trabalha na ampliação do aeroporto Jose Martí, em Havana, e desenvolve um programa de melhorias e incremento da produção agrícola e industrial no setor sucroalcooleiro", informou a empresa em nota enviada à BBC Brasil.

De grande profundidade, o terminal pode receber navios gigantes, capacidade que poucos portos da região têm, inclusive na costa americana. Além disso, vem sendo modernizado no mesmo momento em que são realizadas obras de ampliação do canal do Panamá, que passará a receber navios que transportam até o triplo da carga dos navios atuais.

"A região é estratégica, já que boa parte do comércio da Ásia para a costa leste dos EUA passa pelo canal do Panamá", disse à BBC Brasil Luis Fernando Ayerbe, coordenador do Instituto de Estudos Econômicos Internacionais da Unesp.

"Do ponto de vista estratégico, o investimento foi feito de olho no potencial da região. A ideia é que empresas brasileiras possam se estabelecer na zona de livre comércio ao redor do porto e de lá exportem diretamente aos Estados Unidos e a outros países da América Central", afirmou.
"Cuba criou muitas facilidades para a instalação de empresas nesse local. O Brasil chegou primeiro e pode se beneficiar disso", completou.



Que benefício?

Porém, diferentemente das nações vizinhas, Cuba não pode aproveitar as oportunidades comerciais devido à proibição de Washington, que já dura mais de cinco décadas.

Na opinião de Ayerbe, o Brasil considerou o investimento no porto como uma aposta na suspensão do embargo.

Para Luiz Felipe Lampreia, ex-ministro das Relações Exteriores no governo Fernando Henrique e vice-presidente emérito do Centro Brasileiro de Relações Internacionais (Cebri) o Brasil não colhe "nenhuma vantagem em financiar o porto de Mariel".

"O porto não vai servir para nada. Nosso comércio para os Estados Unidos nunca precisou passar por ali e o local não é um entreposto comercial", afirmou.

Lampreia lembra que o mercado interno cubano ainda é pouco atrativo para empresas brasileiras.
"O poder aquisitivo do cubano ainda é muito baixo e nada indica que isso vai mudar rapidamente. Além disso, o tamanho desse mercado é irrisório se comparado ao de outros países", acrescenta.
Para Roberto Abdenur, embaixador do Brasil em Washington entre 2004 e 2006, as empresas brasileiras instaladas na zona franca cubana poderiam se beneficiar da "mão de obra barata e capacitada" do país.

Ele pondera, no entanto, que, "com um eventual fim do embargo", o terminal portuário "vai ser muito mais útil para os Estados Unidos do que para o Brasil".

"Em curto prazo, não vejo benefício para o Brasil. Cuba tem o potencial para se tornar o que os ex-países do bloco soviético se tornaram. Nesse contexto, por que privilegiar o Brasil em detrimento dos investimentos de outros países?", questiona Abdenur.

Para Zahran, da PUC-SP, no entanto, a distensão pode ajudar a impulsionar a economia cubana, o que beneficiaria o Brasil e em especial as empresas brasileiras que nos últimos anos começaram a fincar o pé na ilha.

Garman, da Eurasia Group, concorda: "É claro que no caso de um eventual fim do embargo poderia haver uma diminuição da posição do Brasil como parceiro comercial de Cuba, mas seria pouca coisa. Por outro lado o bolo da economia cubana também iria crescer – então seria de se esperar uma fatia maior para os brasileiros que já estão apostando na ilha".

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

DOLAR DISPARA




Dólar fecha no maior nível em mais de 9 anos, com aversão global a risco 


ThinkStock
 
 
 
 
(Foto: AFP)(Foto: AFP)
 
 
O dólar voltou a subir de forma acentuada ante o real e fechou nesta terça-feira, 16, no maior nível em mais de nove anos, impulsionado pela aversão ao risco que se espalhou nos mercados financeiros, depois que a continuidade da queda dos preços do petróleo favoreceu um ataque especulativo contra a moeda da Rússia.

No fim do dia, o dólar fechou com alta de 2,01%, aos R$ 2,7410, marcando o maior patamar de encerramento desde 23 de março de 2005 (R$ 2,7500). Nas últimas cinco sessões, o dólar acumulou alta de 5,63%. O volume de negócios totalizava US$ 1,235 bilhão perto das 16h30, sendo US$ 1,055 em D+2. No mercado futuro, o dólar para janeiro subia 1,46%, aos R$ 2,7465.


O Banco Central russo tentou conter a queda livre do rublo com uma medida drástica: elevou a taxa de juros do país de 10,50% para 17%. No entanto, o esforço foi em vão, já que a moeda chegou a perder 30% de seu valor em relação ao dólar mais cedo, intensificando preocupações com uma possível crise financeira no país. O efeito nulo da medida levou o governo russo a dizer que adotará outras medidas para tentar manter a estabilidade financeira no país.

Apesar das declarações, os investidores se mantiveram céticos sobre a capacidade da Rússia em administrar a crise e se refugiaram em ativos considerado seguros, como iene e os bônus dos EUA. Indicadores econômicos fracos na China e na Alemanha também contribuíram para o sentimento negativos dos investidores mais cedo. O índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) industrial da China caiu para 49,5 em dezembro, o menor nível em sete meses, de 50,0 em novembro, de acordo com o banco HSBC. O PMI composto alemão recuou em dezembro para 51,4, marcando o menor nível em 18 meses.

No mercado de câmbio doméstico, o presidente do BC, Alexandre Tombini, tentou acalmar os investidores, durante uma audiência no Senado, ao indicar que os leilões diários de swap continuarão em 2015. As declarações levaram o dólar a reduzir pontualmente a alta, mas a pressão do exterior acabou prevalecendo sobre os negócios e a moeda retomou a trajetória ascendente ante o real. O dólar acelerou os ganhos no início da tarde, chegando a atingir a máxima de R$ 2,7570 (+2,61%).



Leia também:Rússia se move para apoiar moeda em colapso e aumenta taxa de juros
Crise na Rússia leva risco a países emergentes
 

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

COMO NÃO INVESTIR MAIS NA CADERNETA DE POUPANÇA ??




Como Investir Mensalmente no Tesouro Direto

Como Investir Mensalmente no Tesouro Direto
 
Dentre todas as perguntas que recebo sobre o Tesouro Direto, certamente esta é a mais recorrente:
É possível investir mensalmente no Tesouro Direto, como na caderneta de poupança?
De antemão, já trago a boa notícia: sim!
 
E, neste artigo, vou explicar como você pode investir em títulos públicos por meio de aportes mensais.
 
 

O que é o Tesouro Direto?

Se você ainda não conhece o Tesouro Direto, recomendo que leia tudo sobre este assunto nesta página.
 
Lá eu explico tudo que você precisa saber, desde o que é o Tesouro Direto, como investir em títulos públicos, quais os títulos disponíveis para compra, entre muitas outras informações importantes.
 
 
 

Como investir mensalmente no Tesouro Direto

Ao consultar os títulos disponíveis para compra no site do Tesouro Direto, encontrei estas opções:
 
 
Títulos disponíveis para compra no Tesouro Direto
 
 
Como você já deve saber (caso tenha lido tudo aqui), você precisa escolher pelo menos um título para investir e definir também quanto pretende investir neste título.
 
É sempre importante lembrar que o valor mínimo para investir em títulos públicos corresponde a 0,1 (ou 10%) do preço do título.
Dessa forma, se você pretende investir na LTN 010118, o valor mínimo seria R$ 69,79 (0,1 * R$ 697,92).
 
Já se você optar por investir na LFT 070317, o valor mínimo seria R$ 650,59 (0,1 * R$ 6.505,94).
 
Importante: esses valores estavam disponíveis em 12/12/2014 e variam diariamente. É possível que, no momento em que você estiver lendo este artigo, esses valores sejam diferentes.
 
Chegamos então à pergunta deste artigo:
 
como investir mensalmente no Tesouro Direto, como na caderneta de poupança?
 
É bem simples.
 
 
Para investir de uma forma similar à caderneta de poupança (onde os valores se acumulam num mesmo ativo), basta você comprar o mesmo título todos os meses, enquanto ele estiver disponível para compra.
 
Se no primeiro mês você comprar 0,1 LTN 010118 e no mês seguinte você comprar mais 0,2 LTN 010118, você terá então 0,3 LTN 010118.
 
Você não precisa comprar um “valor fechado” para não ficar fracionado. Você pode ter 0,3 ou 2,7 LTN sem problema algum.
Observe, contudo, que para se comportar da mesma forma que a poupança, você precisa comprar exatamente o mesmo título.
 
 
Caso no mês seguinte você optasse por comprar 0,1 LTN 010117, você teria então:
  • 0,3 LTN 010118
  • 0,1 LTN 010117

Entenda que os títulos só acumulam se você comprar sempre o mesmo título.


E fiz a ressalva sobre a disponibilidade porque o Tesouro Direto impede a compra de títulos quando estes estão próximos a expirar.


Em outras palavras, quando falta menos de dois anos para o vencimento do título, o Tesouro não oferece mais este título para venda.


De certa forma, isto é bom, pois em prazos inferiores a 24 meses, o imposto de renda é maior que 15%.


Então eu tenho que comprar sempre o mesmo título?

Não!

Você pode e deve comprar títulos diferentes, até para diversificar sua carteira e adequá-la aos seus objetivos financeiros.

Apenas expliquei que, para simular o comportamento da caderneta de poupança, você teria que comprar o mesmo título, mês a mês.


Para entender como diversificar seus investimentos em títulos públicos, recomendo a leitura deste artigo: Onde Investir Seu Dinheiro.



Conclusão

Agora você já sabe que é possível investir mensalmente em títulos públicos, bastando comprar o mesmo título todos os meses.

Isso não quer dizer que você deve fazer isso. Significa apenas que você pode fazer isso.

Até recomendo que você não faça, pois cada título tem sua particularidade e uma diversificação pode ser bem rentável para sua carteira de investimentos.

Caso você queira aprender a investir melhor seu dinheiro, recomendo o Como Investir Dinheiro, livro digital oficial do blog Quero Ficar Rico.


Agora tenho uma pergunta para você…

Você ficou com alguma dúvida sobre como investir mensalmente no Tesouro Direto?

Então deixe seu comentário logo abaixo.

Farei o possível para tentar responder todos os comentários, e garanto que todos serão lidos com bastante atenção.

Até a próxima!

Rafael Seabra
editor do Quero Ficar Rico.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

INCERTEZA IMPULSIONA SUBIDA DO DOLAR



Com forte incerteza, dólar sobe a R$2,65 e renova máxima em quase 10 anos

 
Segundo dados da BM&F, o giro financeiro ficou em torno de US$ 2 bilhões (Getty Images) 
Reuters



 
SÃO PAULO (Reuters) - O dólar fechou em alta, a 2,65 reais, mas longe das máximas da sessão, impulsionado por diversos fatores econômicos e até políticos, como apreensão dos investidores diante da queda dos preços do petróleo e o futuro do programa de intervenções do Banco Central no câmbio.
 
 
A moeda norte-americana avançou 0,14 por cento, a 2,6512 reais, após alcançar 2,6785 reais na máxima da sessão. Trata-se do maior nível de fechamento desde 1º de abril de 2005 (2,660 reais). Segundo dados da BM&F, o giro financeiro ficou em torno de 2 bilhões de dólares.
 
 
Na semana, a divisa acumulou alta de 2,23 por cento.
 
 
"Você tem muitas interrogações no mundo e muitas interrogações no Brasil. Isso tudo preocupa o investidor e o deixa com pé atrás para investir aqui", disse o diretor de câmbio do Banco Paulista, Tarcísio Rodrigues.
 
 
No cenário externo, a derrocada dos preços do petróleo às mínimas em mais de cinco anos tem alimentado a aversão ao risco, diante do cenário de menor atividade global.
 
 
Soma-se a isso a expectativa de que o Federal Reserve, banco central norte-americano, elevará sua taxa básica de juros no ano que vem, o que deve atrair para a maior economia do mundo capitais aplicados em outros mercados, como o brasileiro.
 
 
Internamente, crescia a tensão em relação à possibilidade de o BC brasileiro diminuir sua atuação no câmbio no ano que vem. Atualmente, ela é feita por ofertas diárias de até 4 mil swaps cambiais, equivalentes a venda futura de dólares, e está marcada para durar até o fim deste ano. O presidente da autoridade monetária, Alexandre Tombini, tem dito que o atual estoque de swaps já dá conta da demanda por proteção cambial.
 
 
"O programa do BC é o principal foco do mercado no curto prazo. O mercado está colocando cada vez mais no preço o término do programa, para se proteger enquanto o BC não se pronuncia", disse o operador de um importante banco internacional.
 
 
Nesta manhã, o BC vendeu a oferta total de até 4 mil swaps pela ração diária, com volume equivalente a 197,9 milhões de dólares. Foram vendidos 1,8 mil contratos para 1º de junho e 2,2 mil para 1º de setembro de 2015.
 
 
O BC também vendeu a oferta integral de até 10 mil swaps para rolagem dos contratos que vencem em 2 de janeiro, equivalentes a 9,827 bilhões de dólares. Ao todo, a autoridade monetária já rolou cerca de metade do lote total.
 
Na noite passada, o BC anunciou para esta sessão dois leilões de venda de dólares com compromisso de recompra de até 2 bilhões de dólares. O primeiro leilão saiu com taxa de recompra em 2 de abril de 2015 de 2,735623 reais, enquanto o segundo teve taxa de recompra em 5 de maio de 2015 de 2,757900.
 
Segundo analistas, embora a oferta temporária de liquidez traga algum alívio ao mercado, eram ofuscadas pelas dúvidas sobre o futuro da intervenção geral. A incerteza sobre quais ações a nova equipe econômica da presidente Dilma Rousseff adotará para enfrentar o contexto de inflação alta e crescimento baixo também pesava.
 
 
"Enquanto o governo não der as caras, o dólar vai seguir pressionado", disse o gerente de derivativos da CGD Investimentos, Jayro Rezende.
 
 
Também não ajudaram o humor dos mercados domésticos as denúncias em torno do suposto esquema de corrupção na Petrobras. Na véspera, executivos de seis das maiores empreiteiras do Brasil foram denunciados à Justiça, com o Ministério Público Federal (MPF) pedindo que as empresas façam o ressarcimento de 1,186 bilhão de reais.
 
"Você consegue medir risco de crédito, risco de contraparte, mas risco de imagem (do país) é difícil. Essa questão da Petrobras deixa o mercado realmente desanimado", disse Rodrigues, do Banco Paulista.
 
Por Bruno Federowski