FRANQUIAS BRASILEIRAS




10 franquias brasileiras mais internacionalizadas em 2015

                    
GIRAFFAS
Divulgação

                                
 
A rede de acessórios e piscinas iGUi é a franquia brasileira mais internacionalizada, de acordo com a Fundação Dom Cabral (FDC), que divulgou um estudo sobre as marcas do setor de franchising do País que estão ganhando espaço no exterior.
 
 

A pesquisa consultou 14 empresas que atuam no exterior e levantou as que mais se destacaram, com base em dados sobre unidades franqueadas, receita de royalties e taxas e receita de vendas de produtos franqueados internacionais em relação ao desempenho total.

O estudo, em sua 10ª edição, mostra que a América do Sul e a América do Norte são os alvos da expansão das franquias brasileiras. Mais de 64% das que abriram suas primeiras unidades no exterior escolheram países da América do Sul, enquanto 14,2% decidiram expandir para os países da América do Norte.

Entre os países, a Argentina e os Estados Unidos lideram para a expansão internacional. Em seguida aparecem o Paraguai, Chile, México, Uruguai, Venezuela, Angola e Canadá.

No topo da lista está a iGUi Piscinas, com um índice de internacionalização de 19,7%, seguida da Localiza (10,9%) e Dudalina (6,8%). A iGUi Piscinas também é a franquia presente no maior número de países (23) e com o maior índice de unidades franqueadas (30,8%).

"Os dados reforçam o movimento crescente da internacionalização de empresas brasileiras, especialmente em um ano em que o mercado estrangeiro aponta para a recuperação da crise mundial e o mercado doméstico apresenta desafios econômicos que, em muitos casos, restringem o crescimento do desempenho das empresas", conta Sherban Leonardo Cretoiu, professor e pesquisador do Núcleo de Estratégia e Negócios Internacionais da Fundação Dom Cabral.




        
AS 10 FRANQUIAS MAIS INTERNACIONALIZADAS
Ranking divulgado pela Fundação Dom Cabral FCD - Multinacionais Brasileiras 2015 - elencou as franquias brasileiras mais internacionalizadas, com base em dados sobre unidades franqueadas, receita de royalties e taxas e receita de vendas de produtos franqueados no exterior em relação ao desempenho total.

No topo da lista está a iGUi Piscinas, com um índice de internacionalização de 19,7%, seguida da Localiza, com 10,9%, e Dudalina com 6,8%.

No estudo da FCD aparecem também as seguintes marcas de franchising: Localiza; Carmen Steffens, Depyl Action, Chilli Beans; Vivenda do Camarão; Magrass, Cia Hering e a de fast-food Giraffas.
Adaptabilidade das marcas

A 10ª edição do Ranking FDC das Multinacionais Brasileiras produziu também uma análise especial sobre o grau de adaptabilidade das multinacionais brasileiras, cujo objetivo foi investigar a capacidade das multinacionais brasileiras de se adaptar à cultura dos países em que atuam. Os resultados mostram que todos os fatores analisados ficaram acima da média, com pontuações entre 5,7 e 5,9, o que sinaliza um alto grau de adaptabilidade das empresas à cultura local. O padrão dos resultados aponta para uma tendência das empresas para o equilíbrio das competências.

Debate sobre refugiados

Nesta quinta-feira (10), das 20h às 22h, a Casa do Saber, em São Paulo, abre espaço para dialogar sobre um assunto que tem ocupado espaço nos noticiários nacionais e internacionais. No auge das discussões, será realizada a palestra "Os refugiados na Europa: xenofobia e crise humanitária", com o doutor em Relações Internacionais pela PUC-SP, Gilberto Rodrigues. O alto comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur) afirma que o número de migrantes forçados é o maior visto mundialmente desde a Segunda Guerra Mundial.

Fronteiras desprotegidas

Um relatório divulgado pelo ministro Augusto Nardes, do Tribunal de Contas da União, apresenta um cenário desolador para as políticas públicas voltadas para as fronteiras brasileiras. Uma das principais conclusões do trabalho é que, atualmente, o País não possui políticas institucionalizadas em lei para orientar, de forma integrada, a atuação governamental relativa às questões de fronteira. Entre os problemas apontados pelo ministro Nardes encontram-se o baixo grau de investimentos e a carência de recursos humanos e materiais e financeiros dos órgãos responsáveis.

Consumo em alta

Mesmo diante de desafios econômicos, o setor de refrigeração residencial não tem do que reclamar: de acordo com números da Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento (Abrava), entre janeiro e junho de 2014, o setor de ar condicionado residencial teve um crescimento de 17,6% no País. Os números também são bons para grandes empreendimentos: ainda de acordo com a entidade, o mercado deve movimentar em 2015 US$ 17,03 bilhões em vendas - o que representará cerca de 8% de crescimento para o setor no mercado. /Agências

Liliana Lavoratti, editora-fechamento
liliana@dci.com.br
Fonte: DCI - Diário Comércio Indústria & Serviços


FONTE:

Brasil Post  |  De

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