VEJA AGORA: ESTES PROFISSIONAIS DISPUTADOS




Ótimos salários e alta demanda: 
Os 11 profissionais mais
 disputados em 2016

Ótimos salários e alta demanda: Os 11 profissionais mais disputados em 2016


As profissões que estarão em alta em 2016 no Brasil


Como se já não bastasse um 2015 com aumento no desemprego, muitos economistas apostam em mais um ano ruim para o mercado de trabalho no Brasil — com uma taxa de desemprego chegando aos dois dígitos.
Mas, para algumas vagas e perfis profissionais, a crise econômica só fez aumentar ainda mais a procura, segundo um estudo da Michael Page, consultoria mundial em recrutamento executivo de média e alta gestão.
De acordo com os recrutadores, as posições que tendem a absorver novas atribuições e funções dentro das organizações, sobretudo na redução de custos, devem movimentar o mercado de trabalho de 2016.
O diretor da Michael Page, Henrique Bessa, explica que a própria crise motivou as empresas a buscarem profissionais que, em suma, conseguem diminuir despesas e gerar mais eficiência — o conhecido "fazer mais com menos".
“Diante das incertezas macroeconômicas, as empresas estão priorizando profissionais que possuem larga experiência e que, de fato, consigam agregar valor e eficiência ao negócio. O executivo que entender este momento e se colocar à disposição para absorver uma nova função ou dar apoio em mais de uma área pode se destacar facilmente dentro da companhia", observou.
Mercado de trabalho em 2016
As empresas estão investindo menos e reduzindo o quadro de funcionários. Segundo Henrique Bessa, os "tempos difíceis" pedem profissionais que vistam a camisa da empresa, entendendo as dificuldades e trabalhando um pouco mais. "Tem que se adaptar."
Para o diretor da consultoria, não haverá sinal de melhora no mercado de trabalho em 2016:
"Vemos um primeiro semestre muito duro. No cenário em que estamos, não vemos melhora nos próximos 18 meses. Não há facilidade em gerar investimentos, todos os setores estão com dificuldade. As únicas que não estão em crise são as empresas beneficiadas pelo câmbio, como de papel e celulose."
É justamente na crise que alguns cargos devem ser mais requisitados pelas empresas.
Profissionais ligados às áreas financeira, jurídica, marketing, tecnologia e logística estão sendo disputados para controlar gastos, dar mais eficiência com menos custo, negociar dívidas e aquisições de empresas e diminuir gargalos na produção e na distribuição.
Veja abaixo quais são os profissionais mais procurados em 2016:

TI: Gerente/Coordenador de Infraestrutura
Salário: de R$ 12 mil a R$ 16 mil

Demanda em 2016: segundo a Michael Page, Infraestrutura de Tecnologia da Informação afeta diretamente a eficiência operacional da empresa e pode trazer reduções de custos. "Eficiência e custos são dois dos principais objetivos das empresas no próximo ano", diz o estudo


Finanças: Gerente Tributário
Salário: de R$ 12 mil a R$ 17 mil

Demanda em 2016: com o governo aumentando a arrecadação de impostos, somado às alterações na legislação brasileira, a expectativa da Michael Page é que a área jurídica esteja ainda mais no foco das empresas

Finanças: Controller
Salário: de R$ 16 mil a R$ 21 mil

Demanda em 2016: com o cenário incerto da economia do País, as empresas vão demandar profissionais que acompanhem toda a operação da companhia sob o ponto de vista financeiro, criem relatórios e indicadores, além de liderarem os relatórios dos números para a matriz e/ou acionistas

Finanças: Gerente de Tesouraria
Salário: de R$ 16 mil a R$ 25 mil

Demanda em 2016: o profissional poderá baratear o custo de "captação" das empresas, melhorar o nível de relacionamento bancário, trazer operações mais engenhosas sob o ponto de vista financeiro, entre outras funções


urídico: Head do Departamento Jurídico
Salário: de R$ 10 mil a R$ 15 mil

Demanda em 2016: em momento de recessão, as empresas têm reduzido os custos e, consequentemente, reduzem o pessoal.

"Com isso, profissionais em cargos executivos com alto custo, além de profissionais muito especializados, tem sido substituídos, dando espaço para profissionais com menos experiência de mercado, portanto com menor custo, e mais generalistas, concentrando todas as demandas em um único profissional. As demandas de maior especificidade, acabam sendo terceirizadas ainda mais nesta conjuntura", diz o estudo



Jurídico: Gerente de Contencioso de Volume
Salário: de R$ 9 mil a R$ 14 mil

Demanda em 2016: as empresas precisam de assistência jurídica em decorrência do volume de processos de uma maneira geral. "O foco está na área cível, ações de recuperação de créditos e indenizatórias; também a área trabalhista será bastante demanda"


Jurídico: Advogado Sênior/Gerente na área de Mergers and Acquisitions
Salário: de R$ 11 mil a R$ 17 mil

Demanda em 2016: a crise também está fomentando aquisições de empresas. Portanto, profissionais com experiência na área de M&A serão demandados em 2016


Marketing e Vendas: Gerente de Inteligência de Mercado
Salário: de R$ 10 mil a R$ 15 mil

Demanda em 2016:
 com o desemprego e inflação, e consequentemente a queda do consumo, as empresas estão em busca de profissionais sêniores que valorizem a área de Business Intelligence, "avaliando não só as mudanças dos hábitos dos consumidores mas sim os impactos financeiros que estas informações obtidas na hora certa podem gerar nas empresas"



Marketing e Vendas: Gerente de Marketing Digital
Salário: de R$ 10 mil a R$ 14 mil

Demanda em 2016: com o digital ganhando espaço, o profissional de marketing com conhecimento em on-line se destaca por conhecer os processos e ferramentas para esse tipo de público




Logística: Gerente de Logística
Salário: de R$ 10 mil a R$ 15 mil

Demanda em 2016: em momento de reestruturação nas empresas, a área de logística ganha destaque por novas avaliações de fretes, armazenagens, estudos de terceirização onde conseguem diminuir os custos e garantir a qualidade em todos os elos da cadeia logística. "O profissional que tem experiência estratégica e tática em logística, e possui certificações em melhoria contínua, se destacam no mercado", finaliza a Michael Page






TI: Gerente/Coordenador de Plataformas Mobile e Web
Salário: de R$ 9 mil a R$ 11 mil

Demanda em 2016: há uma tendência de migração do ponto de venda e do relacionamento com os clientes para as redes sociais, outras plataformas e para o e-commerce

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