terça-feira, 2 de setembro de 2008

PLANO DE CARREIRA

Plano de carreira

O que é um plano de carreira?

Mario Persona - Tecnicamente falando, um plano de carreira é uma série de passos que você deve tomar para atingir uma meta de carreira que tenha proposto para si mesmo. A concepção de um plano de carreira vem de uma época em que o mundo girava mais lento e as profissões não mudavam com a velocidade que mudam hoje. Portanto eu enxergo que hoje um plano é importante, mas não tanto quanto uma visão estratégica de mercado.

Quando saí da faculdade há 30 anos eu era arquiteto. Naquela época computadores pessoais eram ficção ou não passavam de experiências publicadas em revistas de hobbies eletrônicos. Na época arquitetos desenhavam em pranchetas com canetas de nanquim e cálculos estruturais eram feitos com o auxílio de réguas de cálculo ou, eventualmente, com alguma caríssima e limitadíssima calculadora das que começavam a surgir no mercado.

Por mais arrojado que fosse meu plano de carreira na época, ele jamais teria incluído as atividades que acabei exercendo ao longo da carreira. E como eu poderia, na década de 70, prever que na década de 90 eu seria diretor de comunicação e marketing de uma empresa de Tecnologia da Informação? Foi essa minha última atividade profissional antes de partir para uma carreira solo de consultor, palestrante e escritor. Nos anos 70 não existia Tecnologia da Informação, pelo menos como a conhecemos hoje, e quase ninguém falava em marketing.

Como definir seu plano de carreira?

Mario Persona - A maneira mais simples de se enxergar estratégia é pensar que você está em um ponto "A" e precisa atingir um ponto "B". Estratégia é o que deve ser feito para se chegar lá, o que nem sempre é uma linha reta. Aí entra a inteligência do estrategista em analisar as muitas variáveis envolvidas no processo e escolher aquela que melhor se aplica à situação. Quem costuma velejar sabe que para ir do ponto "A" ao "B" às vezes é preciso viajar em zigue-zague para aproveitar melhor os ventos. Porém, a idéia de pontos "A" e "B" é apenas uma ilustração simples, mas nem sempre reflete a realidade.

Há situações em que a melhor estratégia é não ir ao ponto "B" ou até mesmo partir para outra carreira. Mas como você iria imaginar que em seu futuro existiriam pontos "C" ou "D"? Uma boa estratégia não pode partir de premissas imutáveis e precisa levar em conta as possibilidades. Infelizmente muitos profissionais traçam uma estratégia do tipo "Quando crescer quero ser motorneiro de bonde". Aí os bondes desaparecem e ele fica a ver navios.

Seu plano de carreira deve acompanhar você por toda sua vida?

Mario Persona - Não é o plano que deve acompanhar o profissional, mas a visão estratégica de sua carreira, porque o mercado vai mudar muito rapidamente. Quem começa uma faculdade pode encontrar a profissão que escolheu completamente diferente quando sair da escola 4 ou 5 anos depois. Antigamente fazíamos planos para vinte anos, depois para dez, depois para cinco, para três... Hoje um terrorista qualquer assume o controle de um avião e muda o mundo em questão de minutos. A melhor estratégia hoje é a estratégia da mudança contínua, ou melhor, da prontidão para a mudança.

Como se organizar e planejar todas as atividades a serem cumpridas?

Mario Persona - Não existe uma receita ou, pelo menos, eu não uso uma do tipo "em 2008 vou fazer isso, em 2009 vou fazer aquilo, em 2010 viajarei a tal lugar..." Minhas listas são muito momentâneas porque não sei o dia de amanhã. Mas vivo olhando para as possibilidades. O profissional deve avaliar se o seu planejamento não está engessando sua carreira. O gesso é sempre um problema para qualquer negócio. Pessoas engessadas demoram a se mover ou têm movimentos que estão fora de seu alcance simplesmente porque não foram previstos. É bom traçar uma rota, mas se perceber que há um desvio à frente, não vá atropelar os cavaletes de sinalização só porque já está com sua rota traçada.

Antes de fazer um plano de carreira é necessário definir qual seu objetivo profissional?

Mario Persona - Sim, e é aí que está a arte do negócio. Se eu decidir que quero ser dentista para tratar de cáries, posso encontrar um futuro onde as pessoas não têm mais problemas de cáries. Se eu ampliar um pouco mais meu objetivo, talvez possa encontrar um futuro um pouco melhor para trabalhar com a estética da boca de meus clientes. Mas aí posso também descobrir que todo mundo teve a mesma idéia e o mercado está extremamente competitivo.

Porém, se eu abrir um pouco mais meu leque, posso decidir que minha área de atuação será a saúde bucal, e acabar sendo proprietário de uma revenda de produtos para dentistas, ou fabricante de equipamentos ou, quem sabe, pesquisador na área de novos materiais. É neste sentido que falo que devemos estar abertos às possibilidades.

Como usar experiências profissionais de empregos passados no atual, mesmo que estes não tenham as mesmas características e você não desempenhe as mesmas funções?

Mario Persona - Há coisas que são comuns a todas as profissões. Por exemplo, você precisa ter uma visão de marketing para qualquer atividade que exercer. Você precisa ter noções de finanças, de contratação e relacionamento com pessoas, visão organizacional, conhecimento de vendas e negociação. É enorme o número de atividades que você encontra em todas as empresas e essa experiência pode ser transportada para sua carreira em diferentes segmentos. Muitos profissionais são completamente alheios a isso. Enquanto não trabalham na profissão exata que escolheram, acham que não há nada a aprender ali. É preciso entender que em qualquer atividade podemos encontrar atividades análogas cujos conceitos podem ser aplicados em outras atividades. As grandes invenções vieram de grandes analogias. Alguém viu uma chaleira e inventou a máquina a vapor.

Como obter mais facilidade em se comunicar profissionalmente e ter maior poder de decisão e administração?

Mario Persona - Andar de bicicleta a gente aprende andando. Comunicar-se é algo que aprendemos nos comunicando. Você pode ler todos os livros de comunicação, mas se não praticar, não sairá do lugar. Muitos alegam que são tímidos, que não sabem falar, que isso e aquilo, mas a comunicação exige uma atuação, exige que você incorpore uma personagem comunicativa, como se estivesse no teatro. Um ator representa diferentes papéis em sua vida artística, e pode não ser coisa alguma dos papéis que representou. Assim é com a comunicação. É preciso representar, porque ela é uma necessidade vital para o profissional. Obviamente alguns terão melhor talento, e outros nem precisarão representar porque ser comunicativo faz parte de sua natureza.

Quanto a poder de decisão e administração, vale a mesma regra, porém como envolve conseqüências mais amplas e sérias, é bom lembrar que nem todas as pessoas têm condições de decidir e administrar. É por isso que em todas as épocas as tribos tiveram chefes, os exércitos comandantes e os países reis ou presidentes. Alguém sempre precisará estar no poder para que as coisas funcionem. Se não tenho jeito para administrar, é melhor que deixe isso para quem está mais apto e procure me aperfeiçoar naquilo que está dentro de minhas competências. As conseqüências de uma comunicação deficiente podem prejudicar a carreira apenas do profissional, mas as conseqüências de uma má administração têm um impacto mais amplo.

Como conquistar um cargo melhor?

Mario Persona - Depende do que o profissional considera um cargo melhor. Para algumas pessoas ganhar mais é progredir profissionalmente. Para outras, é fazer aquilo que gosta. Há ainda quem goste mesmo é dos títulos, do tapinha nas costas, da placa com seu nome na porta da sala, da vaga reservada no estacionamento da empresa. Varia muito de pessoa para pessoa. Em qualquer situação, o caminho é sempre procurar ser o melhor naquilo que você faz.

Porém, geralmente não são os que melhor executam algo que ganham mais, se a meta for dinheiro, mas os melhores em detectar oportunidades ou administrar para que outros façam o que ele quer que seja feito. Na opção "cargo melhor é ganhar mais", quanto mais distante você estiver da realização tangível ou de fazer as coisas, maior será sua receita.

É simples perceber isso. Basta observar a pirâmide organizacional: os que estão no topo ganham mais e fazem menos, em termos de coisas tangíveis, ou seja, trabalham mais com o cérebro do que com as mãos. Até entre os países acontece isso. Os mais ricos são os donos das patentes e dos copyrights. Os que transformam essas patentes em produtos tangíveis são mais pobres.

Quais são os requisitos necessários para cumprir seu plano de carreira?

Mario Persona - Se por "plano de carreira" você entendeu que o melhor plano é, na verdade, uma visão e disposição para mudanças constantes, então os requisitos são a falta de um engessamento que dificulte essas mudanças. Há porém outras opções para planos de carreira, como prestar um concurso público e ter um cargo público como sua meta. Há pessoas que se dão muito bem nesse sentido e são felizes.

Outras têm como objetivo, não uma carreira, mas o fim dela, ou uma aposentadoria. Essas são as que estão na pior situação, porque vão passar a vida fazendo mal o que fazem, azedando a vida de todo mundo ao redor, de olho no dia em que poderão ficar sem fazer nada. São pessoas avessas ao trabalho e que acreditam que a melhor meta é parar de trabalhar e virar revestimento de sofá. Esse é um plano que não sugiro.

Entrevista concedida à agência MidiaWeb em 19/11/2007 para uma matéria sobre plano de carreira para o site de um de seus clientes.

Entrevistas como esta costumam ser feitas para a elaboração de matérias, portanto nem tudo acaba publicado. Eventualmente são aproveitadas apenas algumas frases a título de declarações do entrevistado. Para não perder o que disse na hora e posso nunca mais conseguir dizer, costumo gravar ou dar entrevistas por escrito. A íntegra do que foi falado você encontra aqui. Se achar que este texto pode ajudar alguém, use o formulário abaixo para enviar.

Fonte: http://www.mariopersona.com.br/entrevista_midiaweb_plano-carreira.html

Recuperação de Créditos Fiscais (ICMS, IPI, PIS e COFINS)

Recuperação de Créditos Fiscais (ICMS, IPI, PIS e COFINS)
Instrutor:
Sidney D`Agázio - Bacharel em Direito, Contabilista, Consultor de empresas, especialista em gestão tributária, professor de legislação fiscal da Thomson-IOB, pós-graduado em Direito Tributário pelo IBET/USP.


Carga horária: 8 horas


Objetivo:
Analisar, de forma detalhada e prática, as questões que envolvem o correto aproveitamento dos créditos do ICMS, IPI, PIS e COFINS, com uma visão geral no âmbito administrativo e posicionamento judiciário, permitindo assim, uma redução dos custos do produto ou serviço.



Público Alvo:
Gerentes, controller, assistentes, contadores, auditores, administradores, encarregados e assistentes do setor fiscal e de custos, e outros que atuam na gestão de recursos financeiros.



Programa:
I) Considerações Introdutórias
. Conceito de insumos
. Atividade fim e atividade meio – conceito contábil
. Custo operacional e despesa operacional: distinção
. Breves comentários sobre a não-cumulatividade tributária
II) IPI e ICMS
• Créditos básicos
• Regras estabelecidas na legislação do ICMS e do IPI
• Matéria prima, produto intermediário e embalagem
• Crédito de material secundário, combustível e energia elétrica
• Crédito sobre custos de serviços de comunicação e transporte
• Importação: momento do crédito do ICMS
• Operações com diferimento e suspensão
• Operações com redução de base de cálculo do ICMS
• Crédito do ICMS – produtos com substituição tributária
• Manutenção e estorno do crédito
• Ativo imobilizado - crédito do ICMS
• Parte e peças de reposição – posição do Fisco paulista
• Credito do IPI – básicos e incentivados
• Crédito do IPI - insumos tributados x produtos com alíquota zero.
• Estorno do crédito
II) PIS e COFINS
• Aquisição de insumos (bens e serviços).
• Despesas indiretas que possibilitam o crédito
• Aquisição de bens do ativo
• Gastos com energia-elétrica
• Prestadoras de serviços – créditos permitidos
. Transportadoras – entendimento do Fisco
. Insumos adquiridos de empresas optantes do Simples Nacional

Fonte: http://www.verbanetcursos.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=496&Itemid=1

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

DEFICIT NOMINAL

O que é défict nominal?
Valor que se gasta acima do que se arrecada, durante um certo período de tempo.


O Déficit Nominal Zero
fonte www.kanitz.com.br


Só existe uma forma de reduzir os juros em um país onde o Estado, em nome do social, toma para si 80% da poupança de seu povo emprestado. A única forma de reduzir os juros é reduzindo a dívida. Todos estes apelos para reduzir os juros diretamente são ingênuos, porque o problema é outro.

Se o governo chegasse para os bancos e dissesse: "Toma seu dinheiro de volta, não quero mais estes empréstimos caríssimos", os bancos ficariam com um monte de dinheiro parado nas mãos e teriam de reduzir os juros e emprestar novamente para o setor produtivo.

O Estado pagaria juros menores, e mais importante, sobre um total de dívida menor.

Só que todos os nossos governos se recusam a devolver as dívidas que governos anteriores contraíram. Não há interesse nem estímulo político em pagar o que o governo anterior tomou emprestado e gastou. Todo prefeito, governador e presidente quer gastar em obras, para se reeleger. Marta Suplicy se recusou a devolver a dívida de São Paulo aos seus legítimos donos. Economistas do PT falavam abertamente em repúdio às dívidas. Pagar dívida de outro, de fato, não tem a menor graça.

O ex-Ministro da Fazenda Delfim Netto ficou famoso em 1982, ao defender que "Dívida não se paga. Dívida se rola". Foi o que todo governo fez desde então, aumentando a dívida cada vez mais ao longo do caminho, e por tabela, os juros.

Como reduzir a dívida com toda esta má vontade política?

O truque seria enganar os políticos, levando-os a devolver finalmente a dívida de governos passados sem que eles soubessem disto. Nisto está a sutileza e o maquiavelismo da Proposta do Déficit Nominal Zero.

A proposta agora não é mais “rolar a dívida”, mas que o governo pague todas as suas despesas incluindo o "Juro Nominal" da dívida. 1

O "juro" nominal não é juro, é uma ficção da Escola Nominalista, mas todo mundo, a imprensa, a maioria dos professores de economia, os próprios investidores acreditam. O “juro” nominal é na realidade a soma de um juro real (o verdadeiro juro) mais uma inflação futura, ambos incertos. 2

Pagando-se os "juros" nominais na sua totalidade, a dívida não se manterá constante, como muitos irão acreditar, mas a dívida interna diminuirá em termos reais. Portanto, o truque é esse.

A inflação embutida no juro, é uma amortização ou devolução do seu próprio empréstimo. Você fica feliz achando que está ganhando um juro elevado, mas na realidade é seu próprio dinheiro que estão devolvendo.

Esta prática é feita para enganar o aplicador, que acha os "juros" maiores do que "realmente" são e o “juro” nominal mais atraente ao aplicador facilita a vida do Ministro da Fazenda, que tem de colocar títulos do governo no mercado. Mas com um governo falido, isto se torna um tiro no pé. Nem devolver parte da dívida eles são capazes de fazer.

O Déficit Nominal Zero, simplesmente obriga o governo a reduzir despesas ao ponto de terem como reduzir a divida em termos reais, e não mais como uma porcentagem do PIB como vinha acontecendo.
Agora a dívida cai mesmo, em vez de aumentar, embora menos do que o PIB.

Se a inflação for de 3,5% em 2006, 3,5% da dívida interna será devolvida. Se em 2007 a inflação for de 9%, a dívida será corroída ou devolvida, via “juro” nominal, em 9%.

Este é o primeiro problema do plano, ele sofre da incerteza quanto a inflação futura. O plano do Déficit Nominal Zero, nunca saberá ao certo em quanto a dívida será reduzida, muito menos quanto de despesas precisam ser cortadas. Em termos de gestão o plano é impossível de ser gerido. Se tivermos 100% de inflação a dívida cairia pela metade, mas o governo conseguiria cortar a metade de suas despesas?


Lula obviamente não entendeu a proposta.

O Déficit Nominal Zero, evita o uso das palavras Superávit e Lucro, palavras riscadas do ideário nacional. Usam o termo Déficit, tão querido pelos intelectuais e economistas de governo. Lula obviamente não entendeu a proposta.

O Déficit Nominal Zero é na realidade um Superávit Real Positivo. Um investidor ficará mais tranqüilo se ouvir que finalmente haverá de fato um Superávit Positivo ou se ele ouvir esta bobagem semântica de Déficit Nominal Zero?

Paulo Skaf, Presidente da Fiesp, também não entendeu a proposta, ao declarar em nome dos empresários de São Paulo, “Queremos um Superávit Nominal, ainda que seja de 1% ou menos. Precisamos pagar todas as contas e juros, e ainda sobrar algum dinheiro. Do contrário, não adiantará nada, o esforço será desperdiçado.” Não há necessidade de se ter um superávit nominal, o Déficit Nominal Zero já é superavitário, vai sobrar dinheiro até para devolver parte da dívida!

Todos os economistas entrevistados nos primeiros dias de discussão não entenderam. Uns falaram que só daria para reduzir a dívida se reduzisse os juros, ou seja, justamente o contrário da proposta do Delfim.

O que preocupa é que mentira tem perna curta. Algum professor de economista da Unicamp vai ler este meu artigo e descobrir a verdade. É tão elementar o truque proposto, que não demorará outros descobrirem o que escrevo por si mesmos. E o plano já recebe “fogo amigo” da Fiesp, porque o plano não é claro, como tudo no Nominalismo.

E se não é claro, como fazer um choque de gestão, se gestão requer ação conjunta sobre metas claras e definidas.

Se não é claro, por que os "juros" iriam despencar de um dia para outro, por que os investidores ficariam mais tranqüilos com esta falta de clareza?

Um economista realista ou administrador financeiro teria proposto algo muito mais operacional e transparente. Teria proposto uma política onde o Estado se comprometeria a pagar a totalidade de um juro-real, transparente e definido, o que por si só reduziria os juros pela metade. Seria o juro de mercado, o que permitiria o Banco Central a fazer uma política monetária. Pérsio Arida também não entendeu o plano do Delfim.

Ao mesmo tempo, o Estado se comprometeria a devolver ao povo brasileiro, digamos, 3, 4 ou 5% da dívida interna ao ano, ou outra taxa politicamente viável. Seria uma política clara e transparente, o que reduziria ainda mais os juros, por antecipação. Em 10 anos poderíamos reduzir a dívida em 30, 40, ou até 50%. De uma forma clara e transparente. Isto sim, reduziria os juros.

Na fórmula do Delfim, daqui a 10 anos a dívida terá sido reduzida em quanto? Ninguém sabe, mesmo depois de 10 dias de manchetes, com mais de 50 economistas sendo entrevistados.

Assusta a persistência do pensamento Nominalista neste país que engloba praticamente todas as faculdades de economia daqui, e está por trás de quase todos os nossos erros econômicos nesta história recente. O brasileiro quer ser enganado para sempre?

Engenheiros, contadores, juízes, advogados, professores, psicólogos, querem ser enganados por economistas Nominalistas para sempre? Vocês querem comprar títulos que dizem pagar 19,75% de “juros” nominais, e achar que estão de fato ganhando esta mentira para sempre? 3

Pior, O Déficit Nominal Zero, deixará os banqueiros torcendo por uma inflação zero, o que mantém a dívida e os juros como estão.

Os industriais, por sua vez, irão torcer por uma inflação de 20%, para que o governo devolva rapidamente a dívida, permitindo que estes recursos sejam reciclados pelos bancos para uma atividade produtiva.


Uma Idéia Antiga.

A idéia do Déficit Nominal Zero é antiga, e foi a causa da estagnação da economia brasileira por 10 anos. A década perdida!

Na crise da dívida externa, nossos ministros da economia, incluindo Delfim, adotaram esta idéia, sem saber. Nossos economistas Nominalistas da época, não perceberam que ao pagar o “juro” nominal aos bancos internacionais, eles estavam pagando muito mais do que os juros, estavam também amortizando a dívida, de forma acelerada, antecipada e injusta.

Gerou uma recessão brutal e desnecessária, mas reduziu, como previ na época, a dívida em termos reais a ponto de não ser mais um problema nacional. Mas, se Delfim tivesse estudado economia real e não nominal teria percebido na época que este mesmo Déficit Nominal Zero foi exatamente o que o FMI e os Bancos na época nos impuseram.

Déficit Nominal Zero não é um plano administrativamente bem construído, porque seus resultados dependem de fatores fora de seu controle, isto é, a inflação futura, mas é um enorme avanço no pensamento social-democrata deste país, ao admitir que dívidas precisam ser devolvidas após um certo tempo, e que a sociedade, o povo e seus trabalhadores não podem pagar juros indefinidamente só para manter a dívida na mão do Estado.

Talvez, somente com a ilusão monetária que o Déficit Nominal Zero proporciona, ao não revelar as suas verdadeiras intenções, possamos iniciar o processo de redução da dívida interna. A clareza e transparência do Realismo Econômico viriam depois.

Stephen Kanitz
stephen@kanitz.com.br




1. A Escola Nominalista de Economia é a escola dominante de economia no Brasil e no mundo, que defende a falta de transparência nos juros reais, a "ilusão monetária" nas finanças. Foi responsável pela extensa manipulação dos índices de correção monetária de 1966 até hoje. É contra a correção monetária dos limites de isenção do Imposto de Renda, e assim por diante. Vide minhas várias críticas à Escola Nominalista no meu site www.kanitz.com.br/artigos_nominalismo.asp, e as soluções que teriam sido implantadas por uma Escola Realista de economia.
Só que agora, esta falta de transparência do Nominalismo, poderá ser usada para enganar os políticos e os economistas do governo a fazerem justamente aquilo que são avessos a fazer.

2. Não vou repetir aqui que a primeira providência de um Realista para reduzir os juros, seria eliminar esta incerteza desnecessária, que reduziria o risco Brasil, tornando o custo do dinheiro mais barato. Vide www.kanitz.com.br/impublicaveis/palocci.asp.

3. Já escrevi 80 artigos sobre esta questão, vide por exemplo www.kanitz.com.br/artigo_negociacao_da_divida.asp.



Fonte: http://www.kanitz.com/artigo_nominalismo_deficit.asp

VOCÊ TEM PERFIL DE EMPREENDEDOR?

Empreendedor sustentável
Luiz Fernando Lucho, diretor presidente do grupo Esfera, aposta no
conceito de sustentabilidade como chave para um futuro melhor


Por Priscila D'Amora

Antecipar tendências, quebrar paradigmas e enxergar além. Reunir essas características no cenário atual e ter a possibilidade de carregá-las consigo é um importante trunfo para que se obtenha sucesso em qualquer que seja o segmento.

Agora, acredite, se você deseja construir uma imagem sólida e respeitável no mundo corporativo, estará indo pelo caminho correto se pensar em responsabilidade sócio-ambiental.

E esta é a maneira que tem levado Luiz Fernando Lucho, profissional empreendedor com mais de 28 anos de experiência no segmento de incorporações, a focar sua história, formando equipes que levem adiante seu sonho de ter uma sociedade melhor e atuando na vanguarda da sustentabilidade.

Acompanhe nossa entrevista com o presidente do Grupo Esfera, que chama atenção para a importância de se assumir riscos na busca de grandes realizações.

Empregos.com.br - Quais foram seus primeiros passos rumo ao empreendedorismo?
Luiz Fernando Lucho – Eu comecei minha carreira como engenheiro na década de 80, que por sinal foi uma época muito difícil para quem era formado nessa área. Sendo assim, saí da construção civil e comecei a trabalhar em outras atividades como comércio e serviços. Montei uma confecção, abri uma panificadora, enfim, foquei minha atuação em atividades que naquela ocasião faziam sentido para poder viabilizar minhas necessidades. A partir da década de 90, quando o contexto começou a mudar e o mercado imobiliário se recuperou, voltei para minha área e fui trabalhar na Encol.

Empregos.com.br – Como foi essa retomada de mercado?
Lucho – A Encol naquele momento saiu de uma empresa pequena que nasceu em Goiânia e começou a crescer muito. Eu entrei nesse momento e tive a oportunidade e a sorte de fazer parte dessa ascensão, que em pouco tempo me levou a assumir um cargo na superintendência da empresa. Depois disso, fui conquistando um espaço muito rápido até ser convidado para abrir uma filial nova que eles chamavam de regional, onde me deram quatro cidades para coordenar. Essa capacidade de ir buscar mercados, de acreditar e fazer coisas que as pessoas imaginam difícil ou impossível é uma característica minha. A palavra impossível não existe no meu vocabulário, pois tudo que eu tenho capacidade de formular na minha cabeça é possível de realização, a diferença é o tamanho do esforço que eu vou ter que fazer para alcançar o objetivo. Dentro dessas características também se enquadra saber partir para novos desafios na hora correta. Existiu o momento em que a empresa não estava mais bem, ocasionando posteriormente sua quebra. Quando ela quebrou, eu já não conseguia ter as condições que para mim eram fundamentais para realizar aquilo que eu planejei e que se eu permanecesse nela teria dificuldade de realizar meus objetivos e não cumpriria os compromissos firmados com terceiros. Então eu optei por sair.

Empregos.com.br – Você acredita que uma das características desse tipo de profissional é ter uma sensibilidade especial para detectar o exato momento de partir para outras experiências?
Lucho – Os empreendedores são pessoas que não se acomodam e se sentem incomodados quando a estrutura que o cerca o impede de desenvolver o trabalho da forma como eles acreditam. São pessoas que tem uma característica que acredito que seja de suma importância: eles sabem a hora de entrar e a hora de sair. Muitas vezes o empreendedor causa desconforto por ser visto como alguém que gera conflitos. Poucos entendem que esse conflito se deve porque para criar algo novo é necessário mexer nas estruturas pré-estabelecidas. O empreendedor trabalha alguns tons acima das outras pessoas. Se a velocidade normal é 80 km/h , a do empreendedor fica acima de 200 km/h e essa diferença causa mal-estar nas pessoas que não possuem esse perfil. Tanto é que um dos grandes desafios do empreendedor, além de se firmar em lugares que não tenham uma ampla visão, é conseguir formar equipes que consigam trabalhar nesse jeito de fazer.

Empregos.com.br - Você acha que os profissionais estão preparados para trabalhar com essa filosofia?
Lucho – Eu acho que os profissionais de hoje e que se formam em grandes centros de educação já saem com uma formação acadêmica boa, apesar de muitas universidades pecarem por prezarem a parte teórica e ter pouca prática. O que atrapalha um pouco é a nossa cultura muito ligada à religião, que muitas vezes cria uma sociedade temerosa. Nossa religião católica leva as pessoas a temerem o tempo todo, diferentemente da religião anglo-saxônica ou mesmo protestante dos Estados Unidos, em que as pessoas estão desafiadas a fazer. O resultado disso são profissionais que tem uma dificuldade muito maior para se lançar no mercado de trabalho. Uma das características mais importantes do empreendedor é, sem sombra de dúvidas, a coragem. Esse profissional, homem ou mulher, tem por natureza a capacidade de assumir riscos.

Empregos.com.br – Então você encontra dificuldades para formar equipes?
Lucho – A formação de uma equipe é difícil, apesar de terem grupos muito bons de pessoas que chegam até mim. Como estou na posição de líder, tenho a necessidade de formar mão-de-obra de ótima qualidade. Temos tido muita dificuldade para conseguir profissionais. Embora eles tenham uma carga de informação muito boa, são pessoas que focam seu trabalho no receio de perder o emprego. Aquela pessoa que tem medo, qualquer que seja, atrapalha a sua visão. Se você tiver medo de errar, você jamais será um empreendedor, até porque para ser pioneiro e ir para lugares nunca vistos anteriormente é preciso arriscar. Eu costumo dizer que a grande diferença entre um sonho e um objetivo é que um tem prazo; e encontrar uma equipe com essas características ainda é difícil.

Empregos.com.br – É possível aprender empreendedorismo na escola?
Lucho – Sim. Tanto é possível que existe essa matéria em algumas universidades. Contudo, o conhecimento atua como um facilitador, na verdade as características pessoais é que diferem uma pessoa empreendedora de uma que não é. Ter a capacidade de desenvolver idéias abstratas quer dizer ter uma velocidade de raciocínio e um pensamento lá na frente. Isso é difícil de aprender na escola.

Empregos.com.br – Na trajetória que um grande líder percorre, como você vê o papel de consultores e do coaching ?
Lucho – Eu acho que esse papel surgiu dentro de uma visão muito recente e moderna, em que você contrata um profissional que possui capacidade, mas que precisa desenvolvê-las e apresentar resultados em curto espaço de tempo. Eu entendo o coaching ou mesmo o consultor como um curso intensivo prático. Ao invés de você pagar para ele fazer um MBA, onde ele vai estar sentado em uma cadeira de faculdade observando o professor, ele terá alguém full time ensinando-o qual a realidade para a qual precisa estar preparado para enfrentar. Então, eu acho que é uma solução bastante inteligente, embora não seja barata, faz todo o sentido quando você precisa preparar um bom profissional para um cargo importante.

Empregos.com.br - Sustentabilidade. Qual o papel que ela exerce hoje em dia?
Lucho – Primeiro eu gostaria de colocar um assunto que antecede essa questão. Eu acho que ter preocupação sustentável hoje é ter uma visão prática de auto-preservação e sobrevivência. O homem nos últimos 100 anos conseguiu poluir, estragar e prejudicar a Terra em uma velocidade assustadora. Hoje, a Terra é o organismo vivo que está doente. Bem, falar em sustentabilidade é tentar repensar a forma de como nós agimos em relação ao meio ambiente e de como entendê-lo a nossa volta. Essa situação nova já trouxe para o mercado atividades que não existiam até poucos anos. A revolução desse tema começou na Europa em 1995, portanto, nos últimos 11 anos ela despertou essa forte tendência no continente. No Brasil, depois que a mídia começou a dar bastante destaque para o aquecimento global as pessoas começaram a se atentar para a importância da preservação e de manter uma sociedade sustentável.

Empregos.com.br – A sociedade pede por ações sustentáveis?
Lucho – As pessoas descobriram que tem que preservar antes que seja tarde. No meu caso, trabalho com a construção de residências em que desenvolvi processos modelos de racionalização do uso da água tanto na parte de construção quanto depois da entrega das unidades. Para fazê-lo não bastava simplesmente colocar as ferramentas e equipamentos em funcionamento, era necessário ensinar as pessoas a usá-los de uma forma que fosse a mais inteligente e apropriada. A partir dessa constatação criou-se uma infinidade de atividades que não existiam até pouco tempo atrás. Por isso que eu digo, quem conseguir adaptar o seu produto ou serviço à visão de sustentabilidade passará a ter um diferencial que o colocará em uma condição completamente diferente de mercado. Acredito que em meados de 2010 quem não estiver se integrado a esse movimento estará fora do mercado e passará a ter um produto ou serviço totalmente desalinhado e desatualizado.

Empregos.com.br - Quais seriam seus conselhos de empreendedor?
Lucho – O meu conselho é que, primeiramente, ser empreendedor é um estado de espírito. Ele possui características marcantes em todos os níveis: familiar, social e no trabalho. Assim sendo, perceba o mundo que está à sua volta e defina um foco para que se possa fazer diferença e construir um espaço importante na sociedade.

Empregos.com.br – Quais seus projetos futuros?
Lucho – O meu objetivo como ser humano talvez não seja diferente de nenhum outro, é ser feliz, só que a gente nunca é feliz sozinho, temos que ser felizes dentro do grupo do qual fazemos parte. Meu grande objetivo é deixar o mundo melhor do que eu encontrei e essa foi a razão da minha vida até agora e espero que me acompanhe até o momento que eu esteja aqui no meio de vocês. Acabei de vender metade da minha empresa para um grande grupo americano e hoje tenho um suporte que resultará em mais crescimento. Espero que até 2015 esteja fortemente ligado ao mercado imobiliário fazendo exatamente o que estou fazendo, só que em escalas maiores. E o principal, exercitar o amor ao próximo. Acreditar que podemos fazer diferença no mundo, já que viemos para deixar um legado que só tem valor quando é benéfico para as outras pessoas.

FONTE: http://64.233.169.104/search?q=cache:R8E7Vpjq_y0J:carreiras.empregos.com.br/carreira/administracao/entrevistas/entrevistas/070108-luiz_esfera.shtm+Voc%C3%AA+acha+que+%C3%A9+uma+pessoa+empreendedora&hl=pt-BR&ct=clnk&cd=4&gl=br

LIVROS DE MAX GEHRINGER

Comédia Corporativa: Coletânea de textos e artigos publicados nos últimos anos pelo escritor Max Gehringer em revistas dirigidas ao público corporativo. Num tom sempre bem humorado, Gehringer ironiza as situações em que tudo dá errado para diretores, gerentes e funcionários das empresas.

Não Aborde seu Chefe no Banheiro: O autor reúne, neste segundo livro pela Campus, várias crônicas publicadas nas Revistas Exame e Você S.A . Entre elas, O gerente híbrido, O Bonzinho, O pequeno ditador, O executivo do outro mundo, Talento não tem idade, Sorte de quem não acredita em sorte, A arte da incompetência, Os claros que me perdoem, mas obscurecer é fundamental.

Big Max: Vocabulário Corporativo => Saber falar de diversos assuntos é uma qualidade indispensável hoje em dia. Para um profissional que está sempre exposto em reuniões e eventos de negócios, sustentar uma boa apresentação é fundamental para quebrar o gelo e criar bons relacionamentos. Por isso, a leitura de Big Max é tão fundamental. Além de te deixar informado, com as histórias e curiosidades de diversos termos utilizados no mundo empresarial, amplia seu vocabulário e seu repertório, tornando sua participação cada vez mais admirável. De maneira curiosa, didática e bem humorada, Max Gehringer apresenta um dicionário de negócios que você nunca viu. Além de conteúdo, você encontrará o bom humor e a presença de espírito necessárias para usar cada termo, deixando tudo mastigado para você brilhar nas apresentações profissionais!

As Máximas e Mínimas da Comédia Corporativa: Nesta obra o autor une frases espirituosas, texto inteligente e fotografias inspiradoras sobre o mundo corporativo. Uma obra que responde à necessidade de descontração, de se desestressar, de rir de si mesmo e de situações encontradas no dia-a-dia da empresa. O presente ideal para os amigos de trabalho ou familiares.

Melhor de Max Gehringer na CBN, O - vol. 1: O que você nunca deve dizer para o seu chefe? O que você deve dizer? Sabe aquele cara do escritório, o "bonzinho" que nunca é demitido? Como se comportar numa entrevista de emprego? Você sabe como identificar o cargo de um funcionário pela quantidade de papéis que ele carrega?

Relações Desumanas no Trabalho: Este livro denuncia - de forma bem-humorada - uma série de incoerências, absurdos, equívocos e disfunções que ocorrem no cotidiano das organizações e prejudicam a produtividade e o crescimento das pessoas e, por conseguinte, da próprias empresas. Paradoxalmente, esses equívocos, boa parte das vezes, são cometidos por pessoas cheias de boas intenções - a propósito, o inferno está superlotado delas. Este livro é formado de 22 capítulos que tratam de questões como: planejamento, burocracia, comunicação, etc. Foi escrito por alguém que tem notória autoridade na área, pois há 41 anos vivencia o mundo empresarial, de todos os ângulos, uma vez que começou a trabalhar como Office-Boy e já chegou a ser presidente de grandes empresas. E os profissionais iniciantes, encontrarão aqui alguns pontos, ou armas, para se defenderem, ou sobreviverem, à carreira profissional, "da primeira entrevista à aposentadoria".

Pergunte ao Max: O livro Pergunte ao Max - Max Gehringer responde a 164 dúvidas sobre carreira, lançado pela Editora Globo, apresenta uma compilação dos melhores textos publicados pelo colunista - no mesmo formato de "pergunta-e-resposta" consagrado em Época e acompanhados de um tão divertido quanto oportuno Dicionário Atualizado de Carreira. Com a objetividade de sempre, e o humor mais afiado do que nunca, Gehringer nos oferece sua visão de observador atento (e por vezes crítico inclemente) do dia-a-dia no lado de dentro dos portões das empresas. Conhecimento de causa não lhe falta: de office-boy a presidente, o autor passou por todos os degraus da escala hierárquica corporativa, vivência da qual freqüentemente extrai casos para ilustrar suas argumentações.Comunicador nato, Gehringer produz textos em que o didatismo, a a graça e o uso de referências inusitadas se completam, ampliando a clareza e a eficiência da mensagem. Por exemplo, ao explicar as diferenças entre os termos coaching, counselling e mentoring (todos em voga no jargão das empresas), o consultor recorre à origem das palavras, cita Homero, Aristóteles, filmes de bangue-bangue e até O Poderoso Chefão - e cumpre sua tarefa com brilho. Impagável é a interpretação de Gehringer para o termo "noções de inglês", tão utilizado por candidatos a um emprego: "Para quem avalia um currículo, ´noções de inglês´ significa ´preciso aprender inglês´", dispara o consultor, na resposta a uma leitora insegura quanto a seus conhecimentos em língua estrangeira.Além de escrever para a imprensa, Gehringer é comentarista da Rádio CBN e, desde abril, apresenta o quadro "Emprego de A a Z", a bordo do programa dominical Fantástico, por meio do qual tem disseminado a consultoria de carreira para todos os públicos, em todo o país. Autor de vários títulos (entre eles, O Melhor de Max Gehringer na CBN, também da Editora Globo), o consultor reúne em sua mais nova obra tudo o que você sempre quis saber sobre emprego e carreira, mas não tinha a quem perguntar.

Clássicos do Mundo Corporativo: Com textos enxutos, e cheios de bom humor, Max Gehringer seduz quem gosta de ler sobre trabalho e carreira, mas não tem paciência de se debruçar sobre artigos técnicos, convencionais, sem nenhuma graça. Em Clássicos do mundo corporativo, ele faz uma comparação entre a importância de ter um diploma lá pelos anos 1960, metade dos 1970, quem não tivesse o de datilografia não poderia se candidatar a um bom emprego. Hoje, quem não tiver MBA pode dar adeus à vaga.
Outro artigo interessante é aquele em que conta sobre a arte de recrutar candidatos. Max diz que, no papel de entrevistador, fazia a seguinte pergunta: Se um dia tiver que demitir você, como gostaria que eu fizesse isso?. As respostas eram sempre iguais : Você nunca vai me demitir, e ele acabava se desinteressando pelo candidato por causa da falta de criatividade. Certo dia, ouviu uma resposta que o agradou: O senhor pode me demitir da maneira que quiser, porque vou chorar de qualquer jeito, disse a candidata. Que foi admitida na hora, porque deu uma resposta sincera.
Motivação também foi um tema que desencadeou inúmeros comentários, porque Max soube explorar, com fina ironia, esse assunto que faz parte da vida de qualquer empregado. Conta que um diretor de vendas fez sua equipe ler, em voz alta, Os Lusíadas, de Luís de Camões, porque, por três meses consecutivos, não conseguiu alcançar as metas. Depois de uma hora de leitura, a equipe de doze gerentes não havia ultrapassado a linha setecentos faltavam ainda mais de oito mil linhas! Obviamente, no mês seguinte, as vendas foram superiores a 12%. Brinca Max: Se a motivação não funciona, a tortura sempre resolve.

Emprego de A a Z: baseado na série homônima veiculada no Programa Fantástico da Rede Globo.

Arregace as Mangas: Liberte Seu Espírito Empreendedor (MAX GEHRINGER & FERNANDO JUCA)
O que é preciso para ser um empreendedor de sucesso?
Três coisas: uma boa idéia, muita determinação e este livro.
O livro explica as diferenças entre ser um funcionário-empreendedor (aquele que decide como se a empresa fosse dele) e ser um empreendedor de fato (aquele que tem que decidir porque a empresa é mesmo dele). Tudo na base de um diálogo entre duas pessoas que viveram tudo isso na prática: Max Gehringer e Fernando Jucá. Um executivo e um empresário, os dois relembram as dificuldades para começar a empreender, contam como juntaram os ingredientes necessários e dão a receita do bolo.

Fonte: submarino.com

Previdência Privada: Entenda o que são PGBL e VGBL

Se você está pensando em investir em um plano de previdência privada para garantir uma aposentadoria tranquila, provavelmente já ouviu falar de duas siglas bastante comuns: PGBL e VGBL.

PGBL significa Plano Gerador de Benefício Livre e VGBL quer dizer Vida Gerador de Benefício Livre. São planos previdenciários que permitem que você acumule recursos por um prazo contratado. Durante esse período, o dinheiro depositado vai sendo investido e rentabilizado pela seguradora escolhida por você.

Tanto no PGBL como no VGBL, o contratante passa por duas fases: o período de investimento e o período de benefício. O primeiro normalmente ocorre quando estamos trabalhando e/ou gerando renda. Esta é a fase de formação de patrimônio. Já o período de benefício começa a partir da idade que você escolhe para começar a desfrutar do dinheiro acumulado durante anos de trabalho. A maneira de recebimento dos recursos é você quem escolhe. É possível resgatar o patrimônio acumulado e/ou contratar um tipo de benefício (renda) para passar a receber, mensalmente, da empresa seguradora.

É importante lembrar que tanto o período de investimento quanto o período de benefício não precisam ser contratados com a mesma seguradora. Desta forma, uma vez encerrado o período de investimento, o participante fica livre para contratar uma renda na instituição que escolher.

Diferença entre PGBL e VGBL

A principal distinção entre eles está na tributação. No PGBL, você pode deduzir o valor das contribuições da sua base de cálculo do Imposto de Renda, com limite de 12% da sua renda bruta anual. Assim, poderá reduzir o valor do imposto a pagar ou aumentar sua restituição de IR. Vamos supor que um contribuinte tenha um rendimento bruto anual de R$ 100 mil. Com o PGBL, ele poderá declarar ao Leão R$ 88 mil. O IR sobre os R$ 12 mil restantes, aplicados em PGBL, só será pago no resgate desse dinheiro. Mas atenção: esse benefício fiscal só é vantajoso para aqueles que fazem a declaração do Imposto de Renda pelo formulário completo e são tributados na fonte.

Para quem faz declaração simplicada ou não é tributado na fonte, como autônomos, o VGBL é ideal. Ele é indicado também para quem deseja diversificar seus investimentos ou para quem deseja aplicar mais de 12% de sua renda bruta em previdência. Isto porque, em um VGBL, a tributação acontece apenas sobre o ganho de capital.

fonte: http://invertia.terra.com.br/previdencia/interna/0,,OI194733-EI1806,00.html

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São Paulo, 25 de Abril de 2009



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