domingo, 22 de setembro de 2013

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  • FONTE: MSN

     

    PAINÉIS SOLARES

    Jovem lança plataforma de investimento para bancar painéis solares

    Projeto aposta em investidores que escolhem ativo com base em valores sociais



    The New York Times - | Peter DaSilva/The New York Times





    Daniel Rosen (esq.) e Billy Parish, co-fundadores da Mosaic em um projeto financiado pela companhia
    Logo após o segundo ano na Universidade de Yale, em 2002, Billy Parish viu que a geleira que alimenta o rio Ganges diminuía rapidamente na Índia. Ele se convenceu de que estava frente a frente com a mudança climática e que precisava fazer algo a respeito.
    Não demorou muito tempo. Ao voltar aos Estados Unidos, ele começou uma coalizão jovem que, em poucos anos, mobilizou milhares de pessoas com preocupações ambientais similares. Ele nunca chegou ao terceiro ano da faculdade.
    Desde então, Parish chegou a outra conclusão: o capitalismo é uma força poderosa que pode ser utilizada no combate ao aquecimento global. Agora, aos 31 anos de idade, ele já está a meio caminho andado para colocar em prática uma nova missão: construir uma plataforma de investimento em energia solar que possa transformar gente comum em microfinanciadores.
    Conhecida como Mosaic, a empresa funciona como um banco virtual de energias renováveis, solicitando investimentos para projetos solares e fazendo empréstimos que geralmente devem ser pagos após dez anos. A Mosaic recebe uma taxa de cada empréstimo e funciona de forma similar a uma plataforma de crowdfunding  [ financiamento por meio de doações ] como o Kickstarter, um site que liga empreendimentos criativos a apoiadores financeiros. No caso da Mosaic, com um mínimo de US$ 25, os investidores já podem receber algum lucro.
    "Nosso objetivo é criar a plataforma de investimentos número 1 para energias limpas", afirmou Parish. Ele acrescentou que a Mosaic permite que os investidores "não sejam apenas consumidores passivos, mas criadores, donos e colaborem para que as coisas aconteçam."



    2.000 clientes
    A empresa ainda está no começo. Cerca de 2.000 clientes e 44 estados injetaram mais de US$ 4 milhões no financiamento de projetos desde que ela começou a pedir dinheiro em janeiro deste ano, e está aberta em todo o país para investidores autorizados – uma categoria que inclui certos indivíduos de grande potencial financeiro – e, até o momento, o público geral de Nova York e da Califórnia.
    Ainda não se sabe se a Mosaic será capaz de colocar sua visão em prática, mas a empresa tem boas chances de crescer, com a negociação de acordos que poderiam permitir que os investidores usassem dinheiro de contas de aposentadoria. Isso, ao lado de novas regulamentações financeiras que permitem um marketing mais amplo para projetos de investimento, promete expandir drasticamente as fontes potenciais de dinheiro para projetos solares, bem como para outros tipos de energias renováveis que a empresa planeja desenvolver.
    Embora essa seja uma das primeiras plataformas de crowdfunding focadas em energia, a Mosaic se inspirou em outros empreendimentos online que deram aos consumidores acesso mais direto a produtos e serviços. Financiar projetos de tecnologias e startups limpas é algo perfeito pra esse tipo de abordagem, afirmam seus apoiadores, uma vez que apenas um pequeno grupo de investidores tem podido participar até o momento, dificultando e encarecendo o investimento.
    "Todas essas plataformas são conhecidas como 'mercados' porque ajudam a reunir populações, sejam homens e mulheres no Match.com [ site de encontros ] ou bancos e mutuários no Lending Tree [ de comparação de empréstimos ]", afirmou Judd Hollas, fundadora do EquityNet, que permite investimento direto em empresas novatas como uma forma de plataforma de capital de risco para as massas. "Era lógico presumir que a mesma coisa poderia e deveria acontecer com investimentos em private equity."
    Muitos acreditam que a abordagem da Mosaic esteja unindo projetos solares de pequena escala, que são descentralizados por natureza, além de uma nova geração que se sente confortável com a tecnologia.
    "Em uma era de redes sociais e de experiências de mídia, criação de músicas entre usuários e todos esses setores, tirar proveito dessa capacidade – unir esse fenômeno distribuído e descentralizado – e aplicá-la para o financiamento de uma fonte de energia que também foi criada em torno de uma arquitetura distribuída é um grande plano", afirmou Danny Kennedy, fundador da empresa de desenvolvimento solar Sungevity e membro da diretoria da Mosaic. "É por isso que o crowdfunding faz tanto sentido. É um futuro distribuído."


    Investimento e política
    Peter DaSilva/The New York Times
    Parish 'Os jovens sempre estão na linha de frente'
    Ao mesmo tempo, muitos americanos têm mostrado um interesse crescente em alinhar dinheiro e posicionamento político, especialmente entre investidores mais jovens. Quase metade dos investidores da geração X com mais de US$ 1 milhão de dólares escolhe seus investimentos com base em valores sociais, de acordo com uma pesquisa recente feita pelo Spectrem Group, um grupo de pesquisa em investimento.
    Durante o colegial, Parish passou um semestre na Mountain School, em Vermont, onde sua preocupação com "o que está acontecendo ao redor do planeta" se cristalizou; em Yale, ele montou sua grade curricular com base no desenvolvimento econômico sustentável e trancou a matrícula permanentemente para começar a Coalizão de Ação pela Energia, que se descreve como "uma coalizão de 50 grupos de jovens com mentalidade ambiental e voltada para a justiça social".
    "Os jovens sempre estiveram na linha de frente de qualquer grande movimento social da história e até aquele momento não havia praticamente nenhuma participação de jovens nas questões relacionadas à mudança climática", afirmou.
    Aos 21 anos, ele fazia a gestão de um orçamento de US$ 5 milhões de dólares e de uma equipe de 89 pessoas nos Estados Unidos e no Canadá. Esse trabalho deu origem a uma iniciativa que, segundo Parish, ajudou a inspirar o programa de empregos verdes do presidente Barack Obama, além do livro "Making Good: Finding Meaning, Money, and Community in a Changing World" (Fazendo Bem: Encontrando Sentido, Dinheiro e Senso de Comunidade em um Mundo em Transformação, em tradução livre), que escreveu ao lado de Dev Aujla, fundador da organização de caridade DreamNow.
    Todavia, foi o período em que passou trabalhando na Coalizão da Água de Black Mesa, em Flagstaff, Arizona, a partir de 2007, que uniu a visão empresarial de Parish com sua rede de contatos. Foi lá que ele trabalhou ao lado da esposa Wahleah Johns para fechar usinas de carvão mineral que infectaram as fontes de água potável da Nação Navajo.
    Parish também se reaproximou de Dan Rosen, atual executivo-chefe da Mosaic, que havia conhecido Parish enquanto buscava painéis solares para a escola onde fazia ensino médio em Ridgewood, Nova Jersey, e tinha ido trabalhar em Black Mesa após a graduação.
    "Foi um daqueles momentos de revelação sobre o que viria a ser a Mosaic", afirmou Rosen, referindo-se à discussão sobre o desenvolvimento da energia solar como parte da transição após o fechamento das usinas de carvão mineral. Os índios navajo afirmaram que "queriam ser donos dos projetos – queriam ser os proprietários, queriam participar, queriam empregos e estavam até dispostos a investir".
    Com sede em Oakland, Califórnia, a Mosaic está tentando capitalizar nesse desejo, encontrando e adaptando o máximo de projetos que sua equipe de 22 pessoas é capaz de fazer enquanto arrecada mais dinheiro para poder expandir as operações.
    A Mosaic faz empréstimos apenas para projetos que já têm acordos de venda para a eletricidade que produzirão; em seguida, a empresa arrecada dinheiro de investidores, que recebem em troca de 4% a 6% quando o empréstimo é quitado. A empresa cobra uma taxa de 1% sobre cada investimento, além de um pequeno percentual sobre cada empréstimo, que varia de acordo com o projeto.
    Os projetos da empresa foram modestos até o momento; entre outros, há um painel solar sobre o centro de empregos para jovens em Oakland, bem como no centro de convenções de Wildwood, Nova Jersey, e nos apartamentos da moradia da Universidade da Flórida, em Gainesville. Para seu projeto de maior proporção, a empresa planeja ajudar a financiar a instalação de mais de 55.000 painéis solares em mais de 500 casas militares em Fort Dix, Nova Jersey.
    Os investidores afirmam que gostam de saber aonde o dinheiro está indo, ao invés de comprar somente fundos mútuos.
    "Assim parece que há uma história e o dinheiro é investido de forma muito clara", afirmou Laura Deer Moore, diretora de um banco comunitário que conheceu a Mosaic porque queria investir seu pequeno plano de previdência de forma "consciente", segundo ela, e estava tendo dificuldades para encontrar uma forma de fazer isso. "Há uma missão muito bem definida e gosto disso."

    FONTE: IG ECONOMIA

    sábado, 21 de setembro de 2013

    Site ajuda a buscar o emprego dos sonhos

    Criador do PivotPlanet concluiu que é importante testar a nova profissão antes de mergulhar de cabeça na carreira ou negócio desejado


    NYT |

    NYT
    Deus escreve certo por linhas tortas. Na primavera de 2011, Gerry Owen, pastor assistente de uma megaigreja em Garland, Texas, estava lendo os comentários deixados pelos fiéis em uma caixa da igreja após o culto de domingo. Ele deparou com um cartão de um fiel que era proprietário da Generator Coffee, a cafeteria onde Owen, de 55 anos, e a segunda esposa, Melissa, haviam se casado alguns meses antes.
    NYT
    O casal Melissa e Gerry Owen, que abriu uma cafeteria com ajuda de um mentor de carreiras, em Plano, Texas
    "O cartão dizia: 'Reze por mim, preciso vender minha cafeteria'", recordou Owen. Quando contavam a história, ele e Melissa estavam sentados no Cafe Brazil, uma cafeteria em Plano, Texas – nem a que pedia orações, nem a que Melissa estava planejando abrir.
    "Então li o cartão e perguntei a Melissa: 'Será que damos conta de fazer isso?'"
    Ou seja, será que Gerry, que antes de se tornar pastor havia passado a vida toda trabalhando em uma Frito-Lay, e a esposa, enfermeira cirúrgica, poderiam comprar a cafeteria? Afinal, eles faziam questão que o local onde haviam se casado fosse bem sucedido.
    Os Owens pensaram sobre comprar o nome e revitalizar os negócios, mas quanto mais pensavam, mas percebiam que não tinham a menor ideia de como ser donos de uma cafeteria. Por isso, eles entraram na internet e descobriram um site chamado PivotPlanet, que desde 2003 reúne pessoas interessadas em mudar de carreira e as ensina a dar os primeiros passos.
    No site, eles conheceram Duncan Goodall, proprietário do Koffee on Audubon, que desde 1993 era o ponto de referência do bairro artístico de Audubon Street, em New Haven, Connecticut. Por cerca de 1.000 dólares cada, os Owens poderiam seguir Goodall na loja durante dois dias e receber dicas sobre praticamente tudo: de como escolher a máquina de café espresso certa, a como ganhar dinheiro com os pãezinhos que não fossem vendidos. Eles toparam, compraram as passagens de avião e, em setembro de 2011, viajaram até New Haven para dois dias inteiros na Escola Duncan.
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
    A primeira coisa que Goodall fez foi convencer os Owens a não comprar o Generator, afirmando que esse não seria o investimento correto para eles. Contudo, ao final de seu curto aprendizado em New Haven, os Owens chegaram à conclusão de que ainda estavam empolgados com a ideia de abrirem o próprio café.
    "Oramos muito", afirmou Melissa Owen. "Gerry me ensinou tanto sobre como ser paciente. Quando estava no ministério, ele sempre dizia: 'Ei, agora está nas mãos de Deus'." Eles desistiram de comprar o Generator, que agora tem um novo dono, mas continuaram a buscar novas possibilidades.
    E graças ao PivotPlanet, agora eles têm duas estrelas guias, Deus e Duncan Goodall. "Ainda consigo ouvi-lo dizendo", afirmou Gerry Owen, referindo-se a Goodall, não a Deus. "As ideias dele ainda reverberam."
    Melissa Owen concordou, acrescentando: "Como o Duncan colocaria o balcão? Suas palavras ainda nos guiam todos os dias."
    Brian Kurth teve a ideia daquilo que se tornaria o PivotPlanet em 2001, quando tinha 34 anos e havia acabado de deixar o emprego como executivo de telecomunicações, tentando descobrir o que fazer com a vida dali em diante.
    "Queria ver se o mar dava pé e pensei e me tornar proprietário de uma creche para cachorros”, afirmou Kurth. Então, ele acompanhou o dono de uma creche local durante três dias. Foi um exercício muito interessante.
    "Percebi que não queria recolher cocô o dia inteiro", afirmou Kurth. E foi daí que ele tirou a ideia "de que é importante testar seu emprego dos sonhos antes de mergulhar de cabeça".
    Assim, em 2003 ele abriu a VocationVacations, uma empresa que reunia pessoas que queriam mudar de carreira, com gente que já fazia aquilo que tinham em mente. Kurth afirmou que foi um pioneiro na transformação de "tutorias em um produto para o consumidor", embora tenha sido rapidamente imitado por empresas similares, como a Skillshare e a MentorMob.
    Mais tarde, Kurth refinou a ideia e incluiu programas de tutoria por Skype, algo que a maior parte dos clientes usa antes de agendar uma viagem – na verdade, como uma forma de testar o tutor que os ajudará a experimentar a carreira.
    Durante algum tempo, Kurth teve dois sites: o VocationVacations para viagens, e o PivotPlanet para tutorias por Skype e telefone. Em janeiro deste ano, quando mudou a empresa de Portland, Oregon, para Austin, Texas, ele unificou ambos os serviços sob a marca PivotPlanet. Também abriu a Pivot Enterprise, uma plataforma de negócios que as empresas utilizam para realizar tutorias in-company para funcionários que desejem tentar uma nova vaga na mesma empresa.
    Kurth não informou o faturamento preciso, nem usou números ao se referir à empresa, que é particular, mas afirmou que ao longo da última década ajudou "dezenas de milhares" de pessoas que aspiravam mudar de carreira. (Esse número inclui pessoas que participaram de oficinas e quem comprou seu livro "Test-Drive Your Dream Job".)
    O PivotPlanet possui tutores em cerca de 200 áreas de atuação, de acupunturistas a terapeutas de cães, passando por apresentadores de televisão. Você deseja ser meteorologista? Paul Cousins, de Portland, Maine, dará conselhos via Skype por US$ 84 por hora. Quer ser vinicultor? O site conta com quatro tutores. Está interessado em se tornar um "pequeno construtor"? Brad Kittel, em Luling, Texas, mostra como fazer isso.



    FOTOS EM
    http://economia.ig.com.br/carreiras/2013-09-21/site-ajuda-a-buscar-o-emprego-dos-sonhos.html



    Alguns dos tutores são surpreendentemente famosos. Por US$ 130 a hora, um aspirante a escritor pode receber a tutoria de Ethan Watters, jornalista e autor do livro "Urban Tribes" (Tribos Urbanas, em tradução livre), publicado em 2004. Clique em "DJ" no PivotPlanet e poderá falar com Cut Chemist por US$ 180 a hora. Ele era um dos membros do grupo de rap Jurassic 5, e suas músicas tocaram em comerciais da Apple e no filme "Amor Sem Escalas".

    Há também o item "dono de cafeteria", com apenas um nome na lista: Duncan Goodall, de New Haven, por 180 dólares a hora.

    "A grana é boa, mas essa não é a verdadeira razão para que eu faça isso", afirmou Goodall, de 41 anos, quando o visitei no Koffee on Audubon. "Gosto de ensinar e, em um nível filosófico mais profundo, acredito que as pessoas são mais livres e felizes quando são donas do próprio negócio".

    Goodall tem a atitude de quem se livrou do azar: afinal, sua empresa o salvou. Depois de se formar em Yale em 1995, ele entrou para a Bases, uma divisão da Nielsen que oferece consultoria e previsão para novos produtos. Depois de seis anos, ele foi para outra empresa de consultoria e continuava se sentindo sobrecarregado e triste.

    "Estava me transformando em um babaca grande e gordo, tanto literal, quanto figuradamente", afirmou Goodall. "Não dava mais pra viver daquele jeito." No verão de 2002, Goodall estava no Koffee, como a cafeteria é conhecida, bem em frente ao campus de Yale. Ele costumava frequentar o lugar quando ainda estava na graduação.

    "Estava olhando em volta e pensando: 'Santo Deus, esse lugar já viu dias muito melhores'. O ambiente estava sujo e o café com um gosto horrível. Os funcionários eram mal educados e grosseiros com os clientes".

    Ainda assim, havia um número surpreendente de clientes ali dentro. Goodall encontrou o dono e perguntou se ele estaria pensando em vendê-lo. "E ele disse: 'Na verdade, coloquei o café a venda há dois meses'."

    Não existem dados confiáveis sobre a frequência com a qual os americanos mudam de carreira, mas o número certamente está crescendo, seja porque a recessão agitou o mercado de trabalho, ou porque muitas pessoas desempregadas não conseguiram mais encontrar empregos semelhantes ao que faziam antes. Além disso, há o crescimento de profissões como consultoria, que muitos profissionais – assim como Goodall – abandonam depois de aprender uma série de habilidades que pode utilizar em outro contexto.

    Goodall comprou o Koffee, começou a reformá-lo e, logo em seguida, deixou o emprego como consultor e reabriu a cafeteria em janeiro de 2003. Em quatro meses ele começou a lucrar com uma empresa que estava dando US$ 2 mil de prejuízo por mês. Ele abriu duas outras cafeterias na cidade – ambas faliram, ao passo que a Koffee original continuou de vento em popa e agora conta com 16 funcionários.



    FGONTE: IG ECONOMIA
     

    MENSALÃO MINEIRO

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    FONTE: IG

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    FONTE: YAHOO 

    SUCESSO & RELAX

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    FONTE: YAHOO 

    sexta-feira, 20 de setembro de 2013